1/31/2007

Fazendo a contagem regressiva para o Super Bowl

autor(a): Paula Rizzo www.bluebus.com.br

A expectativa é grande em torno do maior evento televisivo dos EUA, a transmissao da final do campeonato de futebol americano - o Super Bowl - que acontece no próximo domingo, dia 4. No ano passado foram 141 milhoes de americanos ligados na partida, dos quais 90,7 milhoes assistiram a toda a transmissao. Além da enorme audiência, há muitos anos o torneio virou a plataforma de lançamento das grandes campanhas publicitárias norte americanas, o que colabora para salgar o preço dos breaks comerciais e para gerar muita expectativa sobre o que será veiculado.
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30/01
Paula Rizzo http://www.bluebus.com.br/

Para este ano sao esperados mais de 60 anunciantes que desembolsarao em média US$ 2,6 milhoes por cada comercial de 30 segundos. Os mais aguardados sao os comerciais de Budweiser - a Anheuser-Busch comprou nada menos do que 5 minutos dos breaks, mas nao revela o que pretende veicular. Especula-se que comerciais para Bud, Bud Light e para a Bud TV (que tem estréia prevista para o dia seguinte, 2a feira). Também ganham destaque este ano as produçoes de comerciais criados pelo consumidor para Doritos, NFL e Chevrolet - leia notas do Blue Bus
aqui e aqui. E existem rumores de um possível comercial da Apple falando sobre a inclusao das músicas dos Beatles no catálogo do iTunes - BB publicou nota sobre isso aqui.
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30/01
Paula Rizzo http://www.bluebus.com.br/

Se você quer conferir estas e outras novidades que vao rolar nos intervalos do evento, siga a dica publicada no Blue Bus ontem
aqui e veja os comerciais acessando depois do jogo o iFilm, ou a AOL ou o Google.


Todas da Paula Rizzo no Blue Bus, escolha uma entre as opçoes disponiveis
aqui.

30/01
Paula Rizzo


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1/30/2007

O diário de um blogueiro sem-carro - Parte 01

Felipe Matos (e-mail) é diretor de TI do Instituto Inovação, aceleradora de negócios em tecnologia.
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Se você leu o título desse artigo fora de contexto, deve estar curioso. Antes de contar essa história, vou me apresentar. Tenho 23 anos e trabalho com internet desde os 12. Nesse tempo, participei de vários grande projetos, inclusive do nascimento do próprio iMasters.
Alguns projetos estouraram, deram muito certo, outros micaram. Mas nunca subestimei o poder dessa mídia chamada World Wide Web.


Recentemente eu tenho acompanhado o mercado virtual e assisti a várias iniciativas, como a
The Million Dollar Home Page, do cara que vendeu 1 milhão de pixels em publicidade. Muitos tentaram copiar a idéia pelo mundo, e inclusive aqui no Brasil, mas sem muito sucesso.

Dia desses, eu estava meio puto por ter que pegar ônibus de madrugada para voltar para casa (longe de onde eu moro, táxi nem pensar). E a grana anda curta para comprar um carro. De repente veio o estalo: vou comprar meu carro usando a internet.

Era madrugada. Corri e registrei o
patrocinemeucarro.com. Tenho uma conta na DreamHost com domínios ilimitados, que estava mesmo subitilizada. Um pouco de Google Imagens e não foi difícil encontrar imagens de um carro em todos os ângulos possíveis. O único carro que satisfez essas condições foi o Fiat Idea e essa foi a única razão por ter sido ele o escolhido.

A idéia é simples: vender anúncios na lataria do meu
futuro carro, que serão adesivados nele assim que o dinheiro arrecadado for suficiente para comprá-lo.

Desenhei rapidamente o site e depois veio o trabalho mais chato. Dividir o espaço do carro em 519 quadradinhos de 23 x 29 pixels. Nada que uma chícara de café e música no talo não resolvessem. Tive também que trabalhar na parte de frente do carro. Afinal, os anúncios não ficariam bem visíveis em perspectiva e seria complicado plotá-los lá dessa forma. Com um pouco de paciência, desenhei a carroceria da frente e encaixei nos faróis.

Iria valer à pena. Com cada quadrinho a R$ 100,00, posso faturar quase R$ 52 mil. Dá um carrão!
Corta daqui, monta no
Dreamweaver dali. Alguns layers e textos depois, a estrutura básica estava pronta. Fiz tudo em HTML basicão mesmo. Usei SSI para inserir os pedaços fixos nas páginas internas (menus e layers) e só.

Precisaria de uma forma de cobrar por esses anúncios. O ideal seria gerar boletos bancários automaticamente. Lembrei que já tinha feito uma conta na F2B, empresa de geração de boletos e cobrança de comércio eletrônico. Baixei os manuais e implantei o
PHP que faz a comunicação com o servidor deles via XML. Ajustei o formulário de anúncio, coloquei um javascript para mostrar na tela os preços atualizados, conforme o usuário escolhesse onde anunciar. Escrevi os e-mails de confirmação que vão para mim e para o usuário quando este anuncia.

No dia seguinte, hora de parar e pensar no regulamento. E se eu não conseguisse comprar o carro, iria devolver o dinheiro? E se o dinheiro der para um carro menor e os anúncios não couberem? Coloquei meu lado “advogado” para funcionar e redigi as regras dos anúncios.

Os DNS já tinham propagado e meu FTP já estava funcionando. Subi tudo pro ar e mostrei a uns amigos. E qual não foi a minha surpresa ao saber que os dois queriam anunciar?!? Um deles, vocês conhecem bem. Sim, meus caros, é o iMasters.

O Márcio, do
Gastrô Online, me deu dicas preciosas. Melhorei o layout e vários pontos do site e ele ainda me ajudou a testar e acertar o formulário de patrocínios. Na empolgação tinha digitado um e-mail errado e até descobrir que o problema estava ali, perdi um tempinho debugando o código.
Melhorei o site, criando um
javascript que dá um “zoom” nas áreas patrocináveis do carro, de acordo com o movimento do cursor do mouse. Deu um trabalhão, mas o resultado ficou ótimo! Depois faço um artigo aqui pro iMasters dando o passo-a-passo.

Tudo arrumado, na segunda-feira coloquei as imagens dos dois primeiros anunciantes. Mandei alguns e-mails estratégicos para blogs e sites especializados em marketing de guerrilha. Saiu no
Blog de Guerrilha, que em troca, pediu um quadrinho no carro. Concedi, afinal o que são R$ 100 a menos em R$ 52 mil, para um pontapé inicial?

Parece que deu certo. No dia seguinte, um monte de blogs já estavam falando da iniciativa. Conversei com algumas agências, acertei alguns detalhes no regulamento, seguindo as dicas que algumas me deram. Todas se interessaram em saber mais do projeto. Bom sinal!

Hoje a divulgação continuou. Ainda tímida, afinal quis esperar ter os primeiros anunciantes para depois ir para a mídia, para dar mais credibilidade. Espalhei para os meus amigos do Orkut. Recebi um monte de e-mails sobre o projeto e li um post no blog do
Bruno Torres criticando-o. Fiquei meio triste, afinal gosto do trabalho do cara e leio o blog dele há um tempão. Encarei as críticas de frente, rebati com bom humor e ele até me respondeu se retratando. Foi gente fina. E disse que vai acompanhar e reconhecer publicamente que estava errado se a coisa deslanchar. Espero mesmo que sim!

Um dos e-mails que recebi foi de um amigo formado em comunicação se oferecendo para ser o meu relações públicas. Ótimo! Mais uma força na divulgação. No final do dia, uma conversa com outro amigo jornalista, que ficou de dar a notícia no Estado de Minas, principal jornal de BH. Tomara que saia mesmo!

No final do dia, para coroar todo o esfoço, chega um e-mail “Confirmação de pagamento: R$ 200,00!”. Sim, meus caros! Meu primeiro anúncio espontâneo! A divulgação de guerrilha estava atingindo os resultados. O CarrosBH resolveu participar. Compraram dois espaços para divulgar o site de classificados gratuitos para compra-e-venda de veículos. Tudo a ver, né?

Pois então, meus caros. A saga continua! E toda semana aqui no iMasters, um novo capítulo do diário de um blogueiro sem carro.

Se alguém aí tiver R$ 100,00 sobrando, vale anunciar declaração de amor ou mesmo o escudo do time do coração! Acessem lá: http://www.patrocinemeucarro.com/.

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1/29/2007

MARKETING PARA A GERAÇÃO “SEM LOGO”

Nirmalya Kumar*


Fonte: http://www.hsm.com.br/


Nos últimos dez anos, a televisão e outros
meios de comunicação de massa perderam eficácia
no esforço de falar aos consumidores mais jovens. Com
as técnicas tradicionais de publicidade perdendo gradualmente
sua capacidade de chegar aos públicos-alvo, as empresas,
então, começaram a se voltar para novas abordagens
a fim de criar demanda para produtos e serviços. Uma
dessas abordagens é o que se chama em inglês
de buzz marketing .


Por que a mídia tradicional se tornou menos eficaz
como forma de criar demanda para produtos e serviços?
Há três razões principais.


Primeiro, sua crescente fragmentação. Na medida
em que o número de canais de televisão, estações
de rádio e publicações em geral aumenta,
o público se divide em grupos menores. Isso faz com
que seja significativamente mais difícil e caro chegar
a um público de determinado tamanho hoje do que há
alguns anos.


Segundo, a concorrência de outras mídias cresceu
. Os jogos de computados e a internet afastaram os mais jovens
da televisão. Pesquisa realizada em 2002 nos Estados
Unidos mostrou que pessoas que moram em residências
com conexão à internet assistem, em média,
cinco horas menos televisão do que aquelas que residem
onde não há internet.


Terceiro, as pessoas ficam mais cínicas em relação
às marcas e às companhias multinacionais . O
livro Sem Logo (ed. Record), de Naomi Klein, continua vendendo
em grande quantidade dois anos depois de sua publicação.
Manifestantes que se reúnem em eventos de instituições
econômicas como a OMC (Organização Mundial
do Comércio) e o FMI (Fundo Monetário Internacional)
ganham cada vez mais apoio aos seus ataques contra a colaboração
entre governos e grandes empresas.


Além disso, outras ameaças estão surgindo.
É o caso das tecnologias de gravação
digital, com a TiVo, que permitem que um número ainda
pequeno, mas crescente, de telespectadores ignorem os anúncios
enquanto assistem televisão. Algumas pesquisas sugerem
que, em cinco anos, até metade das residências
norte-americanas poderão utilizar produtos semelhantes
para evitar os intervalos comerciais.


Ao mesmo tempo, embora a geração mais nova
evite a publicidade e suspeite da manipulação
das grandes empresas, ainda é altamente influenciada
por imagens e marcas. O marketing boca-a-boca ou marketing
de guerrilha surgiu como forma de as empresas se colocarem
“ao lado” dos consumidores na batalha pelas vendas.
Esse tipo de marketing envolve fazer com que formadores de
opinião em determinada comunidade, ou grupo, levem
adiante a mensagem da marca, gerando interesse e demanda por
ela sem publicidade ou promoções.


A mensagem da marca pode ser transmitida fisicamente –as
pessoas podem ser vistas com a marca, verbalmente –a
marca pode “aparecer” em uma conversa– ou
virtualmente (por meio da internet). Com a proliferação
do e-mail e dos telefones celulares, o boca-a-boca se espalha
mais rápido do que nunca (veja também Outras
campanhas baseadas no marketing boca-a-boca ).


Red Bull: a mestre do marketing boca-a-boca - A empresa criou
uma imagem para bebida que envolve tensão e até
um pouco de perigo. Quando Dietrich Mateschitz criou a bebida
em 1987 para o mercado austríaco, os bares inicialmente
se recusaram a tê-la em estoque, pois a viam mais como
um produto medicinal, de saúde. Mas logo os clubbers
perceberam a energia que ganhavam com a bebida e começaram
a levá-la para danceterias que não vendiam bebidas
alcoólicas. Também nos resorts de esqui da Áustria,
um drink preparado com Red Bull, suco de cranberry e vodka
virou moda.


A companhia manteve, então, rígido controle
sobre a distribuição para clubes e bares. Nas
oito áreas de venda nos Estados Unidos, representantes
da companhia detectaram locais da moda, freqüentados
por pessoas que ditam as tendências. Uma vez identificados
cinco desses locais, os representantes lhes oferecem refrigeradores
com a marca Red Bull e outros itens junto com o primeiro pedido.


Caso estabelecimentos mais convencionais solicitassem ter
Red Bull em seu estoque, a empresa negava o pedido, reforçando
a associação underground e a credibilidade nas
ruas. Para cultivar a ligação com os clubbers
, a Red Bull criou o Red Bull Music Academy, evento de duas
semanas, uma vez por ano, que reunia tanto DJs consagrados
como aspirantes.


Equipes de formação de consumidores ajudavam
a alimentar o boca-a-boca. Uma das primeiras ferramentas de
marketing utilizadas pela Red Bull foi contratar estudantes
de gerenciamento de marca nas universidades, dando a cada
um deles uma caixa da bebidas e estimulando-os a organizar
uma festa. Também foram contratadas pessoas da cada
localidade para dirigir carros com o logo da Red Bull e uma
enorme lada azul e cinza da bebida. Os carros levavam refrigeradores
com mais de 250 latas de Red Bull, que eram distribuídas
para “quem precisasse de energia” –trabalhadores
de plantão, motoristas de caminhão, estudantes
universitários, executivos, atletas e clubbers .


A Red Bull patrocinou vários eventos de esportes radicais,
entre eles snowboard , motocross , mountain-biking , paraglider
, skate e surfe. Ao se associar àqueles que determinam
as fronteiras desses esportes radicais, a Red Bull se tornou
uma “bebida radical”. Perigosos e nem sempre aceito
pelos esportes tradicionais, os círculos sociais relacionados
aos esportes radicais são ideais para o trabalho boca-a-boca.


Muitos argumentam que a Red Bull foi responsável pela
criação da categoria de bebidas energizantes.
Embora outras empresas tenham seguido a tendência –como
a Coca-Cola e a Pepsi– ela segue dominando o mercado,
com 65% de participação nos Estados Unidos.
E tudo isso com o mínimo de publicidade.


A Red Bull já começou a anunciar em televisão,
mas apenas tarde da noite e a empresa insiste que os comerciais
servem para reforçar a marca, mais do que para se estabelecer
em novos mercados.


O sucesso da Red Bull com o marketing boca-a-boca chamou
a atenção das grandes empresas. Os profissionais
de marketing mais tradicionais, entretanto, tendem a se sentir
desconfortáveis com a relativa falta de controle sobre
a mensagem e o público-alvo, característica
desse tipo de marketing.


Setor farmacêutico: bem-sucedido no buzz marketing
- Entre as grandes companhias estabelecidas, as do setor farmacêutico
talvez sejam as mais bem-sucedidas no marketing boca-a-boca,
divulgando seus produtos para médicos e pacientes.
Por exemplo, é prática comum das empresas lançar
um novo remédio selecionando médicos e cientistas
de reputação para realizar experiências
e promover tratamentos.


O setor de saúde é particularmente suscetível
ao trabalho de boca-a-boca, pois as pessoas confiam em médicos
e amigos para referências de tratamento e cada vez mais
se informam na internet.


A utilidade do marketing boca-a-boca - É útil
para ajudar a gerar demanda em muitos contextos, mas é
especialmente eficaz para produtos que geram conversas –ou,
em outras palavras, produtos com os quais os consumidores
se envolvem emocionalmente. Isso depende do tipo de produto
ou serviço oferecido, de seu mercado-alvo e da rede
de pessoas desse mercado.


Esse tipo de marketing pode ser a ferramenta perfeita para
criar uma campanha que corra fora dos meios tradicionais,
mas pode sair pela culatra se parecer maquinado, pois isso
afastaria exatamente o tipo de consumidor que se quer atrair.
Saber quão propensos a ouvir o boca-a-boca são
seus consumidores-alvo vai ajudá-lo a compreender quão
eficaz uma campanha baseada no buzz marketing pode ser para
produtos e serviços específicos. Depois é
só dar às pessoas algo do que falar.


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Kumar, Nirmalya

Professor de marketing e diretor do Centro de Marketing na
London Business School.


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1/17/2007

Cuidados ao registrar o domínio de seu cliente

15 de janeiro de 2007, 14:15

O registro de domínio oferecido junto à criação do website pode fazer parte de um pacote de serviços de webdesigners e produtoras. Mas são atividades distintas que implicam em responsabilidades que não se confundem. Veja como proceder.

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Por Monica W. Rodrigues
[Webinsider[
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Já comentamos aqui acerca do registro de domínio que costuma ser oferecido concomitantemente à criação do website (O que não deve faltar no contrato com o cliente). Nada impede que se queira oferecer um amplo pacote de serviços, especialmente se isso significa uma maior vinculação do cliente a sua empresa.

Contudo, não pode passar desapercebido, que são atividades distintas que implicam em responsabilidades próprias que não se confundem.

A aquisição de um domínio não está vinculada à criação de website, exceto pela função social que deve exercer o domínio, posto que não se presta exclusivamente à especulação, antes deve ter utilidade àquele que o requer.

A lei, no que diz respeito à inserção na web, ao contrário de alguns tipos de negócios jurídicos, não exige o cumprimento de nenhuma formalidade — como na aquisição de um imóvel, em que se deve proceder ao registro no cartório imobiliário competente, ou na constituição de empresa, em que se requer o arquivamento de seus atos constitutivos na Junta Comercial do Estado.

Se o endereço na web não está vinculado a nenhum subdomínio — como por exemplo www.wrodrigues.adv.br/subdomínio — a única formalidade a ser cumprida diz respeito ao registro de domínio; afinal não digitamos uma seqüência numérica (IP) em busca de um endereço na web, mas sim buscamos textualmente por aquilo que procuramos.

E é exatamente porque procuramos textualmente por aquilo que nos interessa que o registro de domínio requer alguma atenção.

Vejamos: por se tratar de palavra ou texto, é certo que não deve ser confundido com nenhum nome comercial ou, o que é pior, com marca registrada no INPI.

Por isso mesmo já deu para perceber que se você proceder ao registro de um domínio para seu cliente, deve assegurar-se de não colocá-lo em situação que o comprometa legalmente em relação ao mercado, causando confusão entre marcas ou nomes comerciais de outras empresas ou organizações.

Apenas a título de exemplo, sempre lembro de um caso em que dois sócios de duas empresas diferentes passaram meses trocando farpas por e-mail quando descobriram que possuíam registros de domínios muito parecidos, apenas com uma sílaba de diferença e que disputavam, por uma questão de fluxo na internet, um terceiro domínio que estava disponível, também muito parecido com seus domínios originais.

A princípio, ambos pensaram se tratar de má-fé, e de que a outra empresa havia adquirido o registro de domínio para cedê-lo por preço abusivo posteriormente.

Com o tempo, foram percebendo que estavam a debater-se por um erro que nunca seria sanado fora do Judiciário, e o que é pior, não sem mover ação contra o INPI, já que ambas as empresas haviam feito corretamente pedido de registro para a mesma marca junto ao órgão, que publicou um dos pedidos de marca com incorreção, gerando a confusão, já que a empresa que fez o requerimento por último não tinha em nenhuma de suas buscas qualquer resultado que a impedisse de obter tal marca.

O detalhe: as duas empresas teriam que demandar suas perdas no Rio de Janeiro, sede do INPI, sendo que suas sedes ficavam em outro estado.

Dentro das regras do bom senso, entenderam ambos os sócios que melhor seria encontrar um meio termo. Assim, a empresa mais nova no mercado e que por último requereu o registro de marca ganhou um ano e meio de prazo para adequar-se a um novo nome comercial, marca e domínio, sem sofrer nenhum tipo de constrangimento por parte da outra empresa, inclusive com direcionamento do fluxo de seus clientes na internet durante esse período.

Aí eu pergunto: se seu cliente tivesse perdido judicialmente tal domínio e marca, contra quem ele iria demandar, contra o INPI ou contra você?

Um roteiro para a sua segurança

Diante disso, certamente fica a pergunta: como proceder a esse registro com segurança?

Bem, aí vão algumas dicas:

Primeiro, procure fazer uma busca prévia dos demais domínios já registrados para o mesmo texto que seu cliente pretende, mesmo em outros níveis de domínios (.adv, .pro, .org, etc) no Brasil e no exterior (.com ou .net). Afinal, seu cliente tem o direito de saber com quem eventualmente dividirá o fluxo de usuários quando ocorrerem erros de digitação dos internautas.

Segundo, faça uma busca prévia de nomes comerciais na Junta Comercial do Estado e no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas, para saber se trata-se de algum nome comercial já existente no mercado.

Terceiro, proceda à busca junto ao INPI para saber se o texto ou palavra pretendida não se trata de nenhuma marca já registrada, visto que dispõe o § 1º do art.º 1º da Resolução nº.: 02/2005 do Comitê Gestor Internet que “constitui-se em obrigação e responsabilidade exclusivas do requerente a escolha adequada do nome do domínio a que ele se candidata. O requerente declarar-se-á ciente de que não poderá ser escolhido nome que desrespeite a legislação em vigor, que induza terceiros a erro, que viole direitos de terceiros, que represente conceitos predefinidos na rede Internet, que represente palavras de baixo calão ou abusivas, que simbolize siglas de Estados, Ministérios, dentre outras vedações”.

Assim, entende-se por desrespeito à legislação em vigor, dentre outras práticas, a violação à marca de terceiro, nos termos dos incisos IV e V do art.195 da Lei de Propriedade Industrial, o qual dispõe:
Art.195 - “Comete crime de concorrência desleal quem:(…)IV – usa expressão ou sinal de propaganda alheios, ou os imita, de modo a criar confusão entre os produtos ou estabelecimentos;V – usa, indevidamente, nome comercial, título de estabelecimento ou insígnia alheios (…)”

Ou seja, sendo a marca o sinal distintivo usado para distinguir produto ou serviço, o uso indevido de marca registrada constitui crime nos termos do artigo 195 da Lei de Propriedade Industrial, não parecendo razoável que se proceda ao registro desse mesmo nome como sendo de domínio.

Afinal, isso seria colocar seu cliente em situação de desvantagem ao invés de proporcionar a ele uma boa experiência em sua inserção na web.

De qualquer maneira, a questão da escolha e do registro do domínio deve ser amplamente discutida com o cliente visando delimitar e dividir eventuais responsabilidades pelo registro.

Por fim, a última dica é anexar todas as buscas efetuadas ao contrato com o cliente, junto com um termo de ciência quanto às diligências efetuadas. Isso, para salvaguardar sua empresa de desagradáveis surpresas, pois elas podem efetivamente ocorrer.

Fica aí o alerta e algumas dicas. Por isso, quando oferecer um pacotão, incluindo registro e criação, diferencie bem um do outro no contrato, anexe as diligências efetuadas e um termo de ciência de seu cliente. Tenho certeza de que ele se sentirá mais seguro de sua transparência e você também, não é?

Abraço e até a próxima edição. [Webinsider[

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12/01/2006

Quando a empresa não sabe o que fazer de seu site

Criação - Negócios - Branding
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Muitos clientes ainda querem sites apenas institucionais para suas empresas porque não percebem a oportunidade de usá-los dentro de uma visão estratégica, seja para melhorar processos ou gerar novos negócios.
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por Renato Mendes
Fonte: [Webinsider]

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A importância da internet para as empresas é indiscutível. Aquelas que desejam expandir seus negócios e se relacionar com clientes estão na web obrigatoriamente. Existe uma percepção de que a internet é a próxima “fronteira” da competitividade.

É fundamental que a presença digital seja aperfeiçoada constantemente, pois o fato de simplesmente “estar” na rede, não significa que uma empresa oferece o que deveria. A qualidade, o conteúdo e os serviços oferecidos são decisivos para os usuários.

Quando a internet começou a se popularizar, empresas de todos os setores da economia começaram a desenvolver sites institucionais para atender à nova demanda dos consumidores. E muitas ficaram com uma falsa sensação de que o problema havia sito resolvido: “Estamos na internet!”.

Esse tipo de presença não é garantia de nada. Assim como existe o boca a boca entre consumidores insatisfeitos com uma loja ou restaurante, é comum encontrar pessoas que comentam a má qualidade de sites corporativos, principalmente entre as empresas prestadoras de serviços, cuja avaliação deveria ser muito mais favorável.

Ao desenvolver um projeto web, muitas companhias são impulsionadas mais pelo desejo de acompanhar a inovação tecnológica e também pelos movimentos da concorrência, do que por uma visão estratégica sobre como a internet pode melhorar seus processos e contribuir para a geração de novos negócios.

As dificuldades com a cultura e a estrutura organizacionais são os maiores entraves para uma percepção diferenciada sobre o meio digital, o que indica que as empresas nem sempre estão preparadas para a dinâmica existente na web.

As motivações para a presença na internet são variadas. Muitas empresas buscam o fortalecimento de sua imagem institucional, outras a utilizam como uma nova mídia para a melhoria da comunicação com clientes.

Infelizmente, é comum para diversas empresas encararem a presença na internet como uma obrigação corporativa e não um diferencial competitivo. O investimento digital deve ser considerado como peça fundamental na evolução dos negócios.

Menosprezar a importância da internet pode ser um erro estratégico, que jogará a empresa no limbo das companhias que deixam de ter importância digitalmente, cuja presença online não passa de um apanhado de textos e imagens sem valor para os usuários.

É preciso planejamento estratégico, investimento e acompanhamento constante, mas inevitavelmente, o retorno virá. As empresas que não perceberem isso agora correm o sério risco de perder mercado e prejudicar a percepção de seus clientes sobre sua imagem, principalmente entre o público jovem.

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11/29/2006

Como escrever para buscadores (e pessoas também)

19 de novembro de 2006, 21:40

O redator de internet deve sempre lembrar que seu público-alvo inclui também os robozinhos dos buscadores. Eles são fundamentais, pois vão dizer se aquela página deve aparecer com destaque nos resultados de busca.

Por Debora Alonso

Certa vez assisti uma palestra onde representantes do Google defenderam a idéia de que os usuários devem ser considerados pessoas, leitores. O termo usuário soa inadequado demais para algo cada vez mais presente nas nossas vidas.

Concordo a posição da Google. Afinal, a internet não seria nada sem pessoas com os olhos grudados na tela para interagir. São as pessoas que formam a rede. Pessoas que buscam e trocam informações, interagem. São ‘teleinterativos’, como escreveu Pedro Cabral em texto de um ano atrás. E a função dos buscadores é organizar toda essa informação que está na rede para que as coisas sejam encontráveis. O buscador Google foi criado com este propósito: organizar a web.

E nesses tempos de web 2.0, a busca alcançou seu objetivo de tornar as coisas encontráveis na web. Hoje quem busca uma informação qualquer a primeira coisa que se faz é colocar uma palavra-chave no box de um buscador. Por esse motivo os sites hoje precisam ter como característica o que os americanos chamam de ‘findability’, que é a característica de ser encontrável na rede.

Ser encontrável na rede significa ter o site construído de acordo com os critérios dos buscadores, o que não é nada absurdo de se fazer. Os buscadores utilizam a própria estrutura de hipertexto para rastrear a web. Com bom senso e os diversos recursos de programação que temos hoje, é possível construir um site encontrável, rastreável e indexável pelos buscadores.

O conteúdo é rei

De nada vale seu site ser encontrável, se ele não tiver conteúdo. Certamente já ouviram a expressão ‘content is the king’. E é mesmo. É conteúdo o que o robô procura. A web é uma biblioteca e as páginas devem ser catalogadas pelo seu conteúdo. Só que para saber o que a sua página tem e qual é o conteúdo, é necessário que o robô leia e entenda.

Mas como escrever para que esses robozinhos entendam?

Eles são muito rápidos: lêem uma página em frações de segundos e não têm tempo a perder. Existem algumas táticas que podem ajudar o robô a entender o conteúdo de seu site.

Já sabemos que os buscadores trabalham com palavras-chave. Quando buscamos algo em qualquer mecanismo de busca, procuramos por palavras-chave, não é? Então vamos começar por elas, as palavras-chave.

As palavras-chave são os termos principais de um texto. Antes de desenvolver um texto, precisamos selecionar as palavras-chave baseados no que o usuário (ou melhor, o leitor) procuraria para encontrar o conteúdo de suas páginas.

Algumas perguntinhas podem ajudar na seleção de palavras-chave: quais palavras-chave são importantes para o meu site? O que meu público alvo procuraria? Analisar o log de acesso do seu site pode ser uma boa fonte de informação para essa tarefa.

Relevância

Depois de selecionar as palavras-chave, o segundo passo é escrever o texto. A primeira regra é: otimize poucas palavras-chave por páginas. Pense que os buscadores indexam páginas e não sites inteiros e quanto mais específico o assunto da página, melhor. Isto é relevância! Lembra-se que os buscadores analisam se o conteúdo é relevante para a palavra-chave procurada.

Fixada a idéia de que devemos ter poucas palavras-chave por página, há outras questões importantes ainda sobre palavras-chave que são fundamentais para os mecanismos de busca. São elas: densidade, proeminência e proximidade.

Densidade

É a freqüência com que as palavras-chave aparecem no seu texto. Se o assunto do seu texto é ‘carros’, é natural que a palavra ‘carros’ apareça com mais freqüência do que as demais.

Para os buscadores, o foco do texto em sua principal palavra-chave indica que o conteúdo do texto é relevante, logo responde às expectativas de busca do usuário. Porém, nem tudo é tão lindo quanto parece. Tenha bom senso na hora de trabalhar a freqüência das palavras-chave no texto. Textos são lidos por pessoas também — por isso a leitura não pode ser prejudicada.

O que nossa professora de português nos ensinou na escola continua valendo. Outro ponto é que os robôs não são burros. Eles têm regras para identificar se você está tentando enganás-lo ou não. Palavras-chave em excesso podem ser prejudiciais e o feitiço pode virar contra o feiticeiro. Cuidado.

Proeminência

Proeminência envolve os diversos locais onde a palavra-chave pode aparecer. As palavras-chave não estão só no corpo do texto. Há outros locais valorizados (como title tag, meta tag, alt tag, nome do arquivo em html, nome de imagens…) onde podemos inserir palavras relevantes ao texto. Esta variedade é positiva e também confere relevância.

Proximidade

Proximidade é uma regra que pode ser utilizada quando temos uma ou mais palavras-chave no texto. Refere-se à distância entre as palavras no texto. Utilize as combinações das palavras a seu favor, o que ajuda a trabalhar a proximidade das palavras e a freqüência delas no seu texto. É necessário que as palavras estejam próximas.

Os robôs não sabem, por exemplo, o significa da palavra “ porta-luvas”. E então o resultado para esta busca será tanto para ‘porta luvas’, ‘porta’ ou ‘luvas’. Mas se trabalharmos corretamente a proximidade e a densidade, conseguiremos dar relevância adequada à nossa palavra-chave.
Escrever pensando também nos buscadores é uma questão de sobrevivência. A visibilidade é importante. E para ser alcançar a visibilidade e a encontrabilidade, seu site precisa estar construído com base nos três principais pilares que formam a otimização: conteúdo, popularidade e tecnologia.

A boa medida desses três pilares contribui para uma boa posição nos resultados de busca. SEO (de Search Engine Optimization, ou otimização para buscadores) não é simplesmente inserção de tags; é um conjunto mais completo de técnicas. Quando bem feita, a otimização gera excelentes resultados.

Fonte:[Webinsider]

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11/27/2006

Furgao de venda de sorvete derreteu na praia por conta do calor



Criada pela The Glue Society, esta escultura é um alerta sobre o aquecimento global. O trabalho foi batizado 'Hot with the chance of a late storm' (Calor com possibilidade de tempestade). Participou da mostra 'Sculpture by the Sea', em Sydney, na Australia.

Fonte: blue bus
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11/26/2006

O que é preciso saber sobre busca patrocinada

Mídia interativa - Redação, edição
Marcelo Sant'Iago.COMunicação

O sucesso de uma campanha de busca patrocinada envolve pesquisa, senso de oportunidade e contextualização. Se bem planejada e realizada, ela traz resultados incomparáveis ao anunciante. Mas não é simples.

Por
Marcelo Sant'Iago

Campanhas de busca patrocinada caracterizam–se pela compra de palavras–chave que permitem a exibição de um anúncio na página de resultados do Yahoo, Google, MSN etc. O anunciante só paga pelos anúncios clicados.


Por que a busca patrocinada é considerada a locomotiva do crescimento da publicidade online no mundo todo? Para se ter uma idéia, 60% das campanhas online nos EUA já são em sites de busca.
A primeira coisa que vem à nossa cabeça é preço baixo e facilidade de criar a campanha, pois são "apenas anúncios de texto e por isso não preciso de agência".

A verdade não é bem essa: campanhas de links patrocinados podem se tornar algo bem complexo. Empresas como o Buscapé, Nokia, Editora Abril e Gol – para citar algumas – tem centenas, às vezes milhares, de palavras–chave compradas. E é preciso ter anúncio individualizado para boa parte delas.
Além disso, cada buscador tem suas regras editoriais, o que diferencia o formato do título e do texto dos anúncios. Sem contar que você vai receber diferentes relatórios para avaliar e consolidar, e que é preciso avaliar o desempenho das palavras–chave, pois os sites cancelam aquelas que não estão dando resultados e você pode ficar sem anúncio. Pronto, lá se foi a facilidade…

O preço? Sim, claro: a busca é hoje a melhor porta de entrada para pequenas e médias empresas na publicidade online, pois a verba inicial para se começar uma campanha está em torno de 10 centavos o clique. Ou seja, qualquer loja de animais, tinturaria, floricultura ou micro–varejo pode se beneficiar dessa nova opção de marketing e atingir grande sucesso gastando muito pouco.

Por isso já há uma boa massa de pequenos varejistas usufruindo e gerando bons negócios através desse serviço no Brasil. Mas não se engane: o sistema de links patrocinados funciona na forma de leilão de palavras e, se você não limitar seu gasto diário, o preço de sua campanha pode ir para as alturas e lá se foi sua verba.

Mas dois fatores de grande importância não foram abordados em nenhum dos diversos artigos que li: a busca local e a influência de fatores do dia–a–dia nas buscas.

Explico primeiro as campanhas locais: uma floricultura compra diversas palavras relacionadas com seu negócio para que, cada vez que uma busca seja feita, seu anúncio apareça em destaque. O problema é que se a floricultura está em Maceió e, eu que moro em São Paulo, faço uma busca atrás de flores e clico no anúncio de nosso amigo?

Pois bem, ele pagou por aquele clique, mas não terá uma conversão, pois estou em São Paulo e ele em Maceió.

Nos Estados Unidos, principalmente, já é possível criar campanhas utilizando–se do CEP do anunciante. Ou seja: eu sou de São Paulo, bairro de Moema. Posso fazer uma busca por "floriculturas" e receber apenas resultados de lojas que estão no meu bairro, pertinho de mim. Aí a brincadeira começa a ficar interessante!

No Brasil, os principais sites de busca ainda não oferecem esse serviço, mas alguns como o Buscapé, de comparação de preços, têm essa capacidade e, junto com a contextualização, têm obtido grandes resultados para seus parceiros.


Agora os fatores externos, de maneira simples e clara: a temperatura sobe, aumentam as buscas por ar–condicionado; aproxima–se o dia das Mães ou dos Namorados, as buscas por flores disparam; os juros caem, todo mundo quer saber mais sobre financiamento e assim por diante.

Entendeu? Pesquisa, senso de oportunidade, contextualização: esses são alguns dos segredos do sucesso de uma campanha de busca patrocinada. Quando bem planejadas e realizadas, elas trazem resultados incomparáveis aos anunciantes, pois os sites de busca continuam sendo o ponto inicial da maioria dos usuários de internet quando estão atrás de algum serviço, informação ou produto.

A mídia interativa é um mar de oportunidades e a busca é só uma delas. Mas não se engane: para se obter resultados online é preciso investir, ter claramente definido seus objetivos "sejam eles de construção de marca, identificação de potenciais clientes ou venda" e, principalmente, escolher o parceiro certo, pois ao contrário das outras mídias, aqui o trabalho começa depois que sua campanha foi ao ar. [Webinsider]

Sobre o autor
Marcelo Sant'Iago (mbreak@gmail.com) é presidente do Conselho Consultivo do IAB Brasil, diretor de Novos Negócios da Mídia Click e mantém o blog Poucas e Boas.


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11/25/2006

Blue Bus -- >> No Recife, o Burger King dá adeus para o McDonald's


15:30 Na sequencia da campanha que mostrava no cenario de 1 filme uma loja do McDonald's, o Burger King da cidade envelopou 1 traseira de ônibus e... dá adeus ao concorrente ao lado. 24/11 Blue Bus

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11/24/2006

blue bus - Era mau, virou bonzinho, ganhou celular da Claro

no YouTube 14:00 A F Nazca estreia no domingo seu 2o filme para o Natal da Claro. No roteiro, um homem mau - que chuta uma arvore de Natal e estoura o balao de uma menininha - é, afinal, dominado pelo bem e passa a praticar boas açoes. Na sequencia, o texto em off informa que "um dia o mundo retribuiu" - e o personagem recebe um celular da operadora. O filme encerra com a assinatura 'Claro, fazer o bem está na sua mao' e divulga promoçao Celular de Graça - para cada aparelho habilitado, a empresa doará R$ 1 para a Fundaçao Abrinq. 24/11 Blue Bus

Veja o filme na pagina do Blue Bus no YouTube aqui.
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blue bus - França, Italia e Espanha concentram, afinal, os blogueiros da Europa

França, Italia e Espanha concentram, afinal, os blogueiros da Europa 10:44 Uma pesquisa recente divulgada pela Forrester Research diz que a França é o país mais ativo da Europa em termos de páginas pessoais na web - tem perto de 1 milhao de blogueiros. Italia e Espanha também concentram grande numero de blogueiros europeus. No geral, o percentual de usuarios que criam blogs é pequeno - apenas 3% dos cerca de 130 milhoes de internautas europeus. Outras sobre numeros da internet leia.

notícia retirada do:
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10/26/2006

Marketing reciclado

por Luiz Claudio Zenone

Assim como ocorre com qualquer outra área de conhecimento, o Marketing vem evoluindo e se modificando ao longo do tempo. Porém, muitas empresas continuam a elaborar suas estratégias com a visão voltada mais para dentro delas mesmas do que para o mercado.

Os clientes estão mais exigentes e, conseqüentemente, as empresas estão enfrentando mais dificuldades para desenvolver seus negócios, tendo que reavaliar sua forma de atuação no mercado. Não há mais uma plataforma fixa que atenda eternamente todos os consumidores. Cada mercado tem diferentes tipos de consumidores que por sua vez tem diferentes necessidades. Esta é à base do marketing atual - as empresas escolhem como alvo um mercado que procura certas características, criando e comunicando uma oferta superior, ou seja, estamos falando do Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente.

Dependendo do ponto de início de uma organização, a adoção e introdução do Gerenciamento de
Clientes podem ter um impacto profundo na nos processos organizacionais, como por exemplo:

  • Mudanças Culturais: para a prática do marketing com foco no cliente a atitude da gerência deve mudar, concentrando-se no gerenciamento de clientes para agregar valor (está é a palavra chave para conquistar o cliente) e não simplesmente para tentar vender o máximo de produtos possível. Também é provável que o período de tempo para as tomadas de decisão deva ser estendido, pois as considerações de lucro a curto prazo são balanceadas por valores de longo prazo. É importante destacar também que haverá um aumento crescente de cooperação multifuncional, pois não pode ser de responsabilidade exclusiva dos departamentos de marketing e vendas gerenciar os clientes de forma eficaz.
  • Mudanças nos processos organizacionais: uma estrutura de organização mais flexíveis adequada ao perfil dos grupos de clientes. O grande desafio é transformar o foco dos produtos para o foco no cliente.
  • Do market share para o client share: O gerenciamento de informações deverá reconhecer a participação do cliente ao invés da participação de mercado, e avaliar o valor do cliente ao invés de avaliar o número de produtos vendidos.
  • Logística: os sistemas de serviço de entrega ao cliente precisarão ser mais flexíveis, inteligentes e responsáveis a fim de garantir a cada cliente as variações de produtos que eles desejam - e ter funcionários capazes de garantir um excelente serviço ao cliente. No ambiente de e-commerce, também será necessário permitir que o cliente tenha a possibilidade de interagir da forma que preferir.
  • Recursos humanos: à medida que essas medidas ocorrerem haverá necessidade de assegurar que os funcionários estejam apropriadamente treinados e que os salários estejam de acordo com os novos sistemas de avaliação.
Portanto, o marketing deixar de ser apenas um departamento da empresa para se transformar na sua orientação.

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10/10/2006

Gerenciar o seu tempo é uma questão de disciplina

As técnicas de planejamento e organização do trabalho não servem para nada quando a gestão enfrenta a falta de uma competência pessoal: a disciplina. Sua ou dos outros.

Administrar o tempo para dar conta da imensidão de tarefas e do frenesi causado por demandas de naturezas variadas, com prazo fixado geralmente para “ontem”… Quem não vive situações assim?

Uma boa orientação indicará a adoção das regras de planejamento: defina as tarefas para o período escolhido, fixe os prazos para concluí-las, estabeleça o modo como serão executadas… e mãos à obra. Não se esqueça de fazer o acompanhamento para o devido controle.

Assim como nas incumbências institucionais, o planejamento e a organização na esfera pessoal são indispensáveis. Adote-se as mesmas regras acima descritas, inserindo o atendimento das demandas do estômago (nada de almoçar sanduíche na sala de trabalho), da saúde (nem pensar em desmarcar pela enésima vez aquele médico), etc, etc, etc. Atenção: trate as exceções como exceção; não permita que elas se tornem a regra.

A práticaTudo planejado, sem maiores dificuldades, mas os resultados almejados não se concretizam. Onde erramos? O que faltou ser previsto?

A execução esbarrou em alguma coisa. Ou em alguém? Sim. Esbarrou naquele alguém a quem cabia executar e para quem, aliás em parceria com ele mesmo, tudo foi cuidadosamente planejado.

Ineficiência? Descompromisso? Nem sempre. O que ocorre é um fato também não raro de incapacidade de se manter no caminho traçado, mesmo com a previsão de possíveis desvios.

Essa incapacidade é gerada pela falta de disciplina, uma virtude natural e espontânea, que se traduz na ordem e na harmonia das ações. Se não há o traço da virtude, é preciso desenvolver a competência.

O exercício da disciplina pressupõe o máximo de esforço do indivíduo no serviço de auto-aprimoramento, o que deverá receber o auxílio da capacitação, a partir de um plano de desenvolvimento individual.

Organização e desapego. Outra barreira que se apresenta é a incapacidade de organização, desde a administração do espaço de trabalho até a priorização de tarefas.

As mesas de trabalhos são regidas pelos fantasmas denominados “eu posso precisar um dia …”, permanecendo entulhadas de papéis (anotações inservíveis, cópias de cópias já arquivadas, bilhetes, cartões de visitas de quem nem mais é lembrado) e de apostilas não mais consultadas, causando inconfessável desconforto mental.

É preciso adotar (e exercitar) o desapego.

Os fantasmas serão substituídos pela crença e constatação de que há uma infinidade de fontes e de recursos para se obter ou armazenar aquelas “preciosas” informações.

Pode parecer caso de um passado bem distante, mas, creia, ele existe e causa sofrimento.

As teorias administrativas se moldam às necessidades de cada tempo. A prática caberá sempre ao ser humano cuja natureza, por si só, encerra deficiências a serem identificadas, consideradas e superadas pelo esforço pessoal e intransferível de aprimoramento.

autor: Mércia Sander
fonte: http://webinsider.uol.com.br/

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10/09/2006

Tarifas de realização de uma página web

Uma das perguntas mais típicas e de mais difícil resposta: que preço dar ao desenvolvimento de uma página web?Este é um tema bastante complicado de responder e também bastante subjetivo. Porém é um dos temas que mais preocupam aos novos desenvolvedores freelance, que em muitos casos não sabem o preço que devem dar como orçamento pela criação de uma página web. A experiência do profissional e a definição correta das necessidades de cada projeto são a chave para apresentar um preço de acordo com o mercado.

Primeiro, há que esclarecer diversos pontos que podem tornar variável a cotização de um projeto e pelo qual se incrementaria ou reduziria as tarifas e orçamentos para a criação de páginas web.

Necessidades do projeto. Isto é o que mais deve contar na hora de apresentar um preço de acordo com o mercado. Uma página é mais cara quanto mais trabalho tenha. Porém a quantidade de horas de trabalho pode também variar bastante dependendo da maneira de trabalhar de cada profissional. Se tivermos que fazer "um web site de 10 páginas", é fundamental conhecer que tipo de informação haverá nestas páginas. Se houver muito conteúdo gráfico, animações, vídeo, etc, incrementará o preço em relação ao mesmo web site de 10 páginas, se estas contêm basicamente texto e alguma fotografia.

Experiência do desenvolvedor. Conforme o profissional ganhe experiência, também seu trabalho cobrará maior valor. O que pode ser um preço justo para um profissional novato, pode ser muito pouco dinheiro se esse profissional tem anos de experiência.

Tipo de cliente. Isto para mim também varia os preços que seriam justos em um orçamento. Se você sabe que o cliente é grande e pode pagá-lo, os preços serão muito mais folgados que para um cliente pequeno. Talvez a esse cliente pequeno, que está começando e não tem muitos ingressos para inverter na página, pode-se ajustar bastante mais as tarifas, para ajudar-lhe e oferecer soluções ao seu alcance.

Necessidades em tempo. Às vezes nos dizem "este trabalho tem que estar em uma semana"... ou um mês. Quando o cliente tem urgência e isso vai nos obrigar a acelerar nosso ritmo de trabalho habitual, geralmente o projeto deve se incrementar no preço. É o que chamamos "pagar a urgência".

Os recursos que colocamos à disposição do cliente também podem variar os preços. Por exemplo, se a mesma página é realizada por um desenvolvedor independente que trabalha em sua casa, poderá cobrar bastante menos que uma empresa, que tenha seus escritórios alugados e tenha seus departamentos de administração, direção, comercial, etc. O preço de um projeto, para o caso de uma empresa grande, deve ser maior, porque desse projeto tem que contar com uma parte significativa para cobrir os numerosos gastos que têm. Em alguns casos, o preço do desenvolvimento pode duplicar se o orçamento é feito por uma empresa.

O país onde residimos. Este fator é fundamental. Não é igual uma tarifa de uma empresa ou profissional em Portugal, que a mesma empresa o profissional no Brasil, por exemplo. Nestes casos, o português pode cobrar mais do que cobraria um profissional brasileiro não porque esteja mais valorizado o trabalho do português, mas sim porque este tem mais gastos em quase tudo (moradia, comida, transportes, impostos...) e isto tem que repercutir em suas tarifas.
Nossas próprias necessidades. Se estamos começando ou estamos precisando que nos contratem projetos, pode ser necessário diminuir os preços para favorecer as possibilidades de que contratem conosco. Da mesma forma, existem projetos em que se aumentam os preços, já seja devido a sua complexidade ou ao estado atual de nosso negócio. Isto costuma se fazer porque não nos interessa que nos contratem o projeto ou, se nos contratam, que paguem uma quantidade elevada e que nos compense amplamente. Em geral, como se pode ver, há muitos fatores que são determinantes para fixar os preços de um projeto. Escrevo esta informação com meu próprio critério. Outros terão outras opiniões e tarifas.

Tenho que dizer também que, ao longo da minha experiência no desenvolvimento freelance, vi muitas diferenças entre preços. Encontrei tarifas maiores e menores. Tenho colegas que, ao ver os preços que costumo dar de orçamento, me dizem que estão super baratos. Outras quantas vezes, apresentei orçamentos e o cliente me disse que minha oferta era a mais cara das que havia recebido.

Em algumas ocasiões, amigos que necessitavam meu conselho, me deram orçamentos que eu havia lhes mandado para fazer páginas web. Muitas vezes me surpreendi pelo preço elevado ou reduzido. Também já vi orçamento de empresas muito grandes (as maiores do mercado), que cobravam por um desenvolvimento até 10 vezes mais do que eu poderia pensar em cobrar. Assim como vi orçamentos para fazer um desenvolvimento que eram até 5 vezes mais baratos que os meus e obviamente, cobriam as mesmas funcionalidades.

Também vi empresas que cobravam por fazer um orçamento, ao que chamavam de estudo prévio à realização de uma web. O preço do orçamento era mais caro do que eu pensava em dar para a realização do projeto inteiro. Claro que eu nunca cobrei para fazer um orçamento ou assessorar a um cliente que quer planejar um projeto de desenvolvimento na web. Porém, suponho que, no trato com grandes empresas, apresentar estudos e cobrar por isso é algo normal.

referência e créditos
http://www.criarweb.com/artigos/629.php
autor: MIGUEL ANGÊLO ÁLVARES

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10/03/2006

O importante não é apagar incêndios. O importante é planejar

por Cristiano Cecatto

Atualmente, no Brasil, é impressionante o número de empresas que aproveitam algum modismo ou oportunismo de mercado existente. Essas empresas esquecem, não sabem ou simplesmente resolvem não aplicar uma das ferramentas mais importantes em qualquer organização ou empreendimento de sucesso: o planejamento.

A busca desesperadora pelos lucros é tão grande que elas próprias nascem esquecendo ou deixando de lado fatores importantíssimos. Se a empresa está buscando lucros, sobrevivência, retorno sobre investimento, metas de crescimento ou participação de mercado, isso deve estar bem definido em qualquer negócio.

O planejamento estratégico é o processo que realmente mobiliza as pessoas e a empresa para construir e escolher que tipo de futuro deseja. Ele não pode ser ignorado tão facilmente como está acontecendo hoje.

O estabelecimento da visão do negócio ocorrerá quando estratégias não convencionais, desconhecidas e contra intuitivas forem consideradas. Exigindo que sejam levados em consideração quatro componentes fundamentais de uma boa estratégia: clientes, fornecedores, concorrentes e a empresa.

Uma estratégia pró ativa frequentemente começa com objetivos de negócio e com requisitos de serviço aos clientes. Cada elo da empresa deve ser planejado e balanceado com todos os outros, em um processo integrado de planejamento. O projeto do sistema de gestão e controle deverá completar o ciclo de planejamento da empresa.

Existem vários níveis de planejamentos existentes. Porém, todos devem ser capazes de responder aos questionamentos de : o quê ? quando ? como ? e onde ? seja no nível estratégico, tático ou operacional.

O planejamento estratégico é considerado como sendo o planejamento de longo alcance, no qual o horizonte de tempo é maior do que um ano, sendo muito comum nas empresas brasileiras encontrarmos planejamentos da ordem de cinco anos. Devido ao seu planejamento temporal longo, o planejamento estratégico opera com dados que são frequentemente incompletos e imprecisos.

O planejamento tático envolve um horizonte de tempo intermediário, geralmente um ano ou menos. E o planejamento operacional é considerado a tomada de decisão de curto prazo, frequentemente feita em horas, dias ou semanas. Nesse último tipo de planejamento, é comum encontrarmos dados muito acurados e precisos, e seus métodos devem ser capazes de manipular um grande volume de dados.

Portanto, nos próximos anos, as empresas que não forem capazes de ter um planejamento e visão clara de como diferenciar-se uma das outras e serem únicas no que fazem, serão facilmente aniquiladas pelos concorrentes.

Podemos concluir que diante de tantas transformações que estão ocorrendo nesses últimos anos, qualquer empresa que deseja ter sucesso, terá que ajustar seu perfil e não se esquecer: planejar é preciso.

Fonte:
allameda

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8/17/2006

Trinta boas razões para anunciar na internet

Se você está pensando em ações de propaganda online
mas não sabe ainda qual a melhor abordagem, considere algumas destas
sugestões. Só não esqueça de avaliar o desempenho
de cada iniciativa.


Há tantas possibilidades ainda pouco exploradas para ações
de propaganda e marketing na internet… Para não perder tempo, vamos
logo apresentar uma lista de 30 delas, acompanhadas (muito importante!) de medidas
de avaliação de desempenho.


1. Aumentar reconhecimento de marca

– Pesquisa pré/pós–impressão (expostos vs.
não–expostos) de reconhecimento de marca.


2. Gerar experimentação

– Pesquisar aumento do público alvo – Identificação
de novos compradores.


3. Aumento de uso da marca

– Acompanhamento da frequência de compra do consumidor online e
offline

– Pesquisa com consumidores expostos a ações online e offline.


4. Upgrade de produto ou serviço

– Acompanhamento permanente dos hábitos de compra (o que foi comprado).


5. Incentivar aumento do tíquete–médio

– Acompanhar e comparar tíquete por compra online e offline.


6. Melhorar atitude/imagem do consumidor em relação à
marca

– Acompanhamento permanente das atitudes do consumidor em relação
à marca, inclusive consideração e intenção
de compra.


7. Venda de outros produtos da mesma empresa (?cross sell?)

– Acompanhar comportamento de compra do consumidor em relação
a determinadas marcas

– Pesquisar efeitos de ações cooperadas.


8. Campanhas cooperadas com marcas de outras empresas

– Acompanhar comportamento de compra do consumidor em relação
a determinadas marcas

– Pesquisar efeitos de ações cooperadas.


9. Aumentar compras do mesmo produto

– Acompanhar número de consumidores comprando o produto mais de
uma vez.


10. Encorajar fidelidade e aumentar envolvimento com a marca

– Número de compras repetidas

– Acompanhar percepção e atitude do consumidor entre a marca
e suas competidoras

– Acompanhar intenção de compra da marca em relação
às competidoras.


11. Fornecer mais informações sobre a marca

– Cliques nas peças publicitárias

– Duração da visita ao site ou hotsite

– Número de perguntas ou solicitação de mais informação
por e–mail.


12. Demonstração do produto

– Cliques na peça publicitária

– Duração da visita ao site ou hotsite

– Número de perguntas ou solicitação de informação
por e–mail.


13. Criar banco de dados próprio de clientes e prospects

– Acompanhar evolução e crescimento do banco de dados

– Acompanhar vendas feitas a membros do banco de dados.


14. Identificar oportunidades de venda

– Número de oportunidades identificadas online vs.offline

– Qualidade das oportunidades comparadas às geradas em outros meios.


15. Oferecer/melhorar Serviço de Atendimento ao Cliente

– Acompanhar número de visitas online e comparar com solicitações
offline

– Pesquisar grau de satisfação dos clientes

– Comparar custos do serviço online vs. offline.


16. Desovar estoque excedente ou produtos fora de linha através de promoções

– Acompanhar vendas dos produtos

– Comparar custos com alternativas offline.


17. Reduzir custos de marketing

– Comparar custos e eficácia do canal online com ações
offline.


18. Testar diferentes conceitos para a marca

– Medir intenção de compra(expostos vs. não–expostos)

– Pesquisar conceitos da marca (expostos vs. não–expostos).


19. Testar diferentes modelos de preços

–Medir intenção de compra e/ou volume de vendas.


20. Testar novas opções de promoção

– Medir aumento de vendas e lucros

– Medir intenção de compra.


21. Testar novos produtos ou serviços

– Medir intenção de compra

– Medir atitude e comportamento do consumidor.


22. Pesquisas

– Comparar custos, taxa de retorno e tempo para os resultados em relação
à pesquisa offline.


23. Gerar vendas online

– Faturamento

– ROI

– Pesquisar satisfação do consumidor.


24. Falar com público alvo não atingido em outros canais

– Avaliar aumento do alcance

– Avaliar aumento da penetração

– Avaliar dispersão

– Avaliar aumento nas vendas.


25. Otimizar eficiência do plano de mídia

– Comparar CPM e resultados entre os meios.


26. Identificar interesses dos consumidores e tendências de mercado

– Comparar lançamento de produto, promoções e campanhas
online e offline.


27. Fidelizar clientes mais ativos

– Avaliar média de recompra

– Margem de lucro por consumidor

– Pesquisar índice de satisfação.


28. Gerar tráfego no site

– Taxa de cliques na campanha

– Número de visitas antes, durante e após a campanha

– Tempo de duração das visitas

– Número de páginas vistas antes, durante e após
a campanha.


29. Gerar tráfego em loja física

– Medir tráfego antes, durante e após a campanha online

– Consulta da origem informação sobre a loja, produto ou
serviço.


30. Recrutamento de funcionários

– Avaliar taxa de redução de custos de identificação
de candidatos

– Número de entrevistas bem–sucedidas com origem online.


autor: Marcelo Sant´Iago


fonte: Webinsider


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Sem chance,não existe elevador

Existe arte-finalista que sonha um dia virar diretor de arte(eu sonho todo dia). Primeiro passo é virar um assistente. Só que alguns tem mais sorte e trabalham com grandes diretores de arte (é o meu caso). E um belo dia você começa a pensar que já está na hora de subir mais um degrau, cria um anúncio de oportunidade, e é um bom começo. Com um pouco de receio leva até um diretor de arte (aqueles que eu citei acima), ele gosta do anúncio e resolve mostrar para o diretor de criação. Eu sei que você não vai conseguir ficar com os cambitos(as pernas) sem tremer, mas se você quer virar um diretor de arte vai ter que encarar o homem. Ele é o cara, é ele que da a benção. O homem olha por cima dos óculos, e pede para você entrar na sala. Você fica frente a frente com o cara mais ferrado da agência, ele te olha meio desconfiado e gosta. Aí pede para apresentar para o diretor da conta e viixiii! Não é que o atendimento gostou também, e pede um pdf para mandar para o cliente, você sai correndo, não consegue nem pegar no mouse direito, até esquece como se faz um pdf. Mas felizmente consegue lembrar, capricha bastante na resolução... puts! O melhor pdf que já foi feito, bem diferente quando o atendimento pede um para mandar para o cliente. Chegando no cliente, ele disse que ira dar a resposta no dia seguinte, você nem dorme direito, sai mas cedo de casa para não ter problema com o metrozão e chegando na agência sem conseguir segurar a ansiedade e da uma ligadinha para o atendimento, que fala pelo telefone:

O seu anúncio teve que ser mandado para o país(tal) porque quem manda é de lá, e adoraram o anúncio, parabenizaram a agência e pediram para o cliente que tem filial aqui no Brasil veicular o anúncio. Belê! Vou mostrar para minha família inteira o meu primeiro anúncio (não faz mal, contar antes com o ovo no buerinho da galinha) faz parte da nossa vida, quando tivermos mais experiência essa ansiedade desaparece. Chegando a resposta, o cliente achou uma pena mas a grana estava fechada para o mês e não poderiam veícular mais nada, e infelizmente teve que cancelar o pedido. Mas tudo bem, você fica um pouco abatido, mas é só levantar, bater as mãos no seu traseiro para tirar a poeira e partir para outro. Agradeça o diretor de arte, o diretor de criação e o atendimento pela chance que te deram. Esse vai ser o primeiro tijolo do seu degrau. Mas cuidado. Não coloque qualquer coisa para subir. Tem que ser um tijolo por vez para não cair. Não mostre qualquer coisa senão acabam te derrubando. Faça uma base bem sólida com muito trabalho e humildade. E boa sorte para nós. Valeu !

autor: AleCandido
fonte: trampolin
retirado do blog: idf

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8/04/2006

Rodrigo Penido

Publicitário de Belo Horizonte, formado no Uni BH, atualmente é sócio presidente da Penido Publicidade, agência de publicidade situada na avenida Prudente de Morais, número 890, sala 505, bairro Cidade Jardim.

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