6/26/2007

Estratégias e Programas de Preços - PARTE 1

;Questões:

1- Como determinar preço pela primeira vez.
2- Como adequar o preço para oportunidades e situações variáveis.
3- Como mudar preços e reagir à mudança de preços dos concorrentes.


Não se vende pelo preço. Vende-se o preço.


- Organizações que visam lucro - e muitas que não visam - determinam preços.

- Preço: aluguel, mensalidades, honorários, passagens, tarifas, juros, pedágio, taxas, cachê, taxa adicional, adiantamento prestação serviços, salário, comissão, soldo. Em cada situação específica o termo preço é representado por outros termos.

- Ao longo do tempo: preços determinados em negociações entre vendedores e compradores.

- Um preço p/ todos compradores – idéia moderna – surge c/ desenvolvimento varejo em grande escala.

- Internet – reverter tendência preços fixos – volta a preços negociáveis.

- Internet, intranets, telefonia móvel – ligando pessoas, máquinas, empresas – conectando vendedores e compradores.

- Novas tecnologias – vendedores – coleta dados detalhados hábitos de compra, preferências, limites de gastos dos clientes – permite ajustar preços e produtos.

- Preço – determinante seleção de compradores.

- Elemento fundamental determinação participação de mercado e lucratividade das empresas.

- Preço elemento do mix de marketing produz receita – outros geram despesas.

- Um dos elementos mais flexíveis – pode ser alterado com maior facilidade.

- Concorrência de preços – maior problema com o qual empresas deparam.

- Erros comuns:
1- Determinação de preços demasiadamente orientada a custos,
2- Preços não revistos com freqüência para capitalizar mudanças de mercado,
3- Preços determinados independentes do restante mix de marketing – em vez de – elemento intríseco estratégia posicionamento mercado,
4- Preços não variam com diferentes itens produtos, segmentos de mercado, ocasiões de compra.

- Pequenas empresas – preços determinados pelos dirigentes,

- Grandes - preços determinados por gerentes divisão de produto – alta administração determina objetivos e políticas gerais determinação de preços – freqüentemente aprovam preços determinados por níveis mais baixos hierarquia.

- Setores que determinação de preços é fator-chave (aero-espacial, ferroviário, petrólio): departamento específico – subordinado ao departamento de MKT, ao de finanças ou à alta administração.

- Outros que exercem influência na determinação preços: gerentes de vendas, de produção, financeiros, e contadores.

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5/25/2007

E-mail marketing em HTML

Juliana Padron (e-mail) trabalha com webmarketing e desenvolvimento.
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Este artigo é quase uma continuação do artigo anterior, intitulado Boas Práticas de E-mail Marketing. Após sua publicação, recebi algumas dúvidas quanto ao que seria, exatamente, um e-mail marketing em HTML. Por isso, primeiro, vamos definir o que é um e-mail sem formatação e um e-mail em HTML.

E-mail sem formatação é o tipo de e-mail a que estamos mais habituados: mensagens em texto puro que não requisita nenhuma informação do servidor (imagens, por exemplo) para ser elaborado. Você simplesmente escreve na tela de edição de mensagens e envia o e-mail. Ele chega para o destinatário também na forma de texto e sua aparência pode variar conforme a configuração da aplicação de e-mail de quem o recebeu.

E-mail em HTML é aquele que apresenta elementos da linguagem de hipertexto, como links e imagens que são exibidas diretamente no corpo do e-mail, sem estar em anexo à mensagem. Podemos exemplificar com aquelas enxurradas de e-mail que recebemos com promoção de assinatura de revistas, oferta de livros, aparelhos eletrônicos etc. Você abre a mensagem e, no corpo, pode ver imagens e textos diagramados de uma forma diferenciada, como se fosse um planfleto ou mesmo uma página da Web. É possível, ainda, utilizar
CSS para formatar a aparência dos elementos.

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Artigo completo publicado no site: Imasters
Clique aqui para ir direto ao artigo.

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4/20/2007

Identificação de segmentos de mercado e seleção de mercados alvo.

Resumo - Cap. 9 - Pág.278 - Administração de Marketing - Philip Kotler
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Uma empresa não pode atender bem a todos os clientes de um mercado amplo como o de computadores ou refrigerantes. Os clientes são muitos cada qual com sua experiência de compra. A empresa deve então procurar segmentos de mercado menores e atender os clientes com mais eficiência.

Nos próximos resumos iremos abordar:
- a- Níveis de segmentação;
- b- Padrões de segmentação;
- c- Procedimentos de segmentação de mercado;
- d- Bases para segmentação:
---- mercado consumidor;
---- mercado empresarial;
- e- Requisitos para uma segmentação eficaz.

As empresas devem praticar o Marketing de Mercado-Alvo encontrando maiores segmentos de mercado, escolhendo um ou mais destes segmentos e desenvolver produtos e programas de marketing específicos, direcionando assim os esforços para aqueles compradores que podem atender bem (abordagem direcionada). Assim não se dispersam os esforços de marketing (abordagem pulverizada).

Três pontos são fundamentais. Identificar e traçar perfil de grupos distintos de compradores que possam comprar os produtos e/ou o mix de marketing (segmentação de mercado), selecionar um ou mais segmentos de mercados e comunicar os diferenciais e benefícios do produto-chave (posicionamento).

Níveis e modelos de segmentação de mercado:
Através da segmentação de mercado é possível aumentar a precisão do marketing da empresa. O ponto de partida para uma discussão sobre segmentação é o marketing de massa onde o vendedor se dedica à produção, distribuição e promoção em massa de um produto para todos os compradores. Nessa perspectiva cria-se um maior mercado potencial, abaixa-se o custo e conseqüentemente o preço para gerar maiores margens de lucro.

Porém a fragmentação do mercado vem crescendo tornando cada vez mais difícil o marketing de massa. O consumidor possui vários meios para comprar seus produtos: shoppings, catálogos distribuídos pelo correio, E-commerce, lojas especializadas, lojas de departamentos, redes de compras em domicílio.

Houve também o amento e a diversificação dos meios de comunicação: tv aberta e fechada, rádio, serviços por telefone como fax e telemarketing, internet, revistas segmentadas e outros meios impressos.

A proliferação dos meios e canais de distribuição torna difícil a prática do marketing de “tamanho único”. Surge como opção o micro-marketing:
- segmento,
- nicho,
- local,
- individual.
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4/04/2007

Parcerias de verdade

por: Edney Souza
www.interney.net

Agora que já definimos conceitualmente o que é parceria e entendemos que trocas de links e listas de links não são parcerias vamos conhecer algumas parcerias de verdade.

Este artigo é uma continuação de Linkar é diferente de trocar links e Lista de links, qual é a sua?.

Eu sempre fico com a impressão de que, quando falam em fazer parceria com alguém, a pessoa que propõe está sempre pensando mais em ganhar algo com aquilo do que oferecer algo e às vezes parece que ela está pensando apenas em ganhar algo sem oferecer nada em troca.

O melhor tipo de parceria é o que o mercado chama de ganha-ganha, você tem um ponto forte, seu parceiro tem outro e juntos vocês são mais fortes do que separados. Se você pensou em soma, pensou errado, a verdadeira parceria cria ou multiplica oportunidades que não seriam possíveis se os parceiros não se unissem. Vejamos alguns exemplos:

1. Uma seção do meu site que possui muita visitação são os geradores de números para loteria, eles já tiveram anúncios do Google Adsense, mas fui obrigado a removê-los pois o Google considerou a seção como relacionada a "jogos de azar" o que é proibido segundo os termos do Adsense. O MercadoLivre também não tem muitas opções interessantes de produtos relacionados ao tema, de forma que fiquei com opções de anúncio muito restritas para essa seção. Até que o InvestLoto entrou em contato comigo propondo uma parceria, ele fornece uma opção para os usuário jogarem através da internet e me repassa parte dos lucros. Eu ofereço visibilidade para o produto dele e ele me oferece remuneração, ambos ganhamos com a parceria.

2. SEO (Search Engine Optimization ou Otimização para Mecanismos de Busca) é um conjunto de técnicas que visa otimizar o código, preparar o conteúdo e realizar a divulgação de um site para que ele apareça bem posicionado em buscadores, principalmente no Google, Yahoo e MSN. Eu obtive muito sucesso utilizando técnicas de SEO mas sempre tive carência num ponto: conteúdo. Quando Alexandre Inagaki me procurou ele tinha conteúdo exclusivo e de boa qualidade para me oferecer e eu tinha tecnologia para otimizar e monetizar esse conteúdo, lançamos então o InterNey Blogs e apesar de ainda não ter otimizado todo o site, ele já está rendendo e possui uma audiência cada dia maior.

Existem também parcerias cujo objetivo principal não é ganhar algo, mas economizar algo. Dois sites de hospedagens pagas que tenham espaço e banda sobrando, podem compartilhar um único plano de hospedagem e dividir despesas por exemplo.

Saindo um pouco do campo monetário a parceria pode ser uma troca de conteúdo, dois sites de visitação similar e assuntos complementares podem veicular em um chamadas para os textos do outro. Colocando apenas o título da notícia e um trecho da mesma para que o usuário clique e continue a leitura no site parceiro eles garantem troca de visitantes e um aumento de visitação para ambos. Alguns assuntos que se complementam bem são games e quadrinhos, cinema e séries de tv, carros e motos, turismo e fotografia, etc... É preciso analisar com clareza se os conteúdos não competem e definir regras idênticas de exposição, de forma que ambos os parceiros deêm o mesmo destaque para as notícias do outro.

A pergunta chave é: "O que eu tenho a oferecer que ele não tem?" Se a pessoa com a qual você imaginou parceria não se interessar procure outra, o importante é ter em mente claramente o que você pode fazer pelo parceiro e o que ele pode fazer por você. Se você está tentando obter vantagem existe uma possibilidade muito grande de que a outra pessoa perceba, se ela não for inteligente o suficiente para perceber então não será inteligente o suficiente para te ajudar e você pode achar que está enganando-o, mas você só está enganando a si mesmo, pois poderia fazer parcerias mais lucrativas com gente mais competente.

Espero que essas dicas ajudem todos a firmarem acordos que realmente façam o seu site/blog crescer, ao invés de perder tempo com propostas que apenas destroem sua reputação.

Update: O Cardoso também escreveu um post sobre o assunto: Link não é esmola.

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3/30/2007

Não vamos cometer os mesmos erros

março 26, 2007, 2:00 AM
por Fabio Seixas

conheça o blog do Fabio Seixas
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As palavrinhas estão no ar novamente. Ando escutando elas por ai. E não apenas nas mesas de bar. Ando escutando em negócios e projetos reais. IPO, Stock Option,
Capital de Risco, etc. Tudo muito bom, um novo momento, novas oportunidades, etc, mas, por favor, não vamos cometer os mesmos erros novamente.

O ano de 2000 presenciou o desfecho de uma série de desventuras. Boo.com, Pets.com e
tantas outras empresas que sumiram do mapa e que apostaram que poderiam aproveitar o momento e criar negócios sem bases sólidas contando com a possibilidade de serem compradas ou de fazerem IPOs milionários.

O momento está tornando a surgir. Isso é bom. O que vamos fazer com ele, quem vai se dar bem, quem vai se dar mal é o que devemos analisar.

Então, para não cairmos nos mesmos erros da bolha 1.0, sugiro algumas reflexões:

"Vamos criar uma empresa qualquerbuzzword.com e alguém vai querer investir na gente!"
No final dos anos 90, muitas empresas foram criadas com o esse pensamento. Qual o motivo para se criar uma empresa? Criar valor deve ser a resposta. Investimento financeiro deve ser o facilitador de um projeto e não seu objetivo final. Investimento serve para alavancar e viabilizar o crescimento, não para personifica-lo.

Qual é o seu modelo de negócio?
Muitas vezes essa pergunta foi simplesmente ignorada. Ou quando era feita, pouco importava a resposta.

Numa época de euforia é comum acreditarmos em modelos de receita mirabolantes que não se sustentam e não conseguem provar sua viabilidade. Empresas que apostam na publicidade como única forma de receita também foram, são e serão muito comuns. Mas e se o mercado de anunciantes não alavancar? Se a oferta de espaço publicitário for maior que a demanda? Como ficam todas essas empresas que contavam com a publicidade para pagar suas contas?

Uma sugestão pessoal minha: Arrume um jeito de colocar um pé no off-line e outro no on-line. Isso facilita muito as coisas. Não foi à toa que a taxa de mortalidade das empresas de e-commerce na bolha 1.0 foi menor que o resto do mercado. Elas agregavam valor de maneira factível.

Investimento para que?
Você buscaria um investimento financeiro para alavancar uma empresa viável ou para sustentar indeterminadamente algo inviável? A melhor forma de conseguir um investimento é não precisar dele. Se você está buscando investimento para pagar as contas, algo está muito errado.

"Ei! Eu tenho uma idéia fantástica! Vamos ficar milhionários!"
Ideias não impressionam mais. A execução sim.
Idéias são baratas e fáceis de encontrar, já bons executores são difíceis de achar. Não se apoie somente na idéia. Idéias não importam tanto quanto antes. Pense na Starbucks. Uma cafeteria. Quer ideia mais sem graça que essa? No entando, foi a execução que a tornou uma das mais admiradas empresas do mundo.

Feitas para vender
Existem empresas que são contruídas para serem vendidas. Nada de mal nisso. Outras são feitas para durar. Vender uma empresa é apenas uma estratégia de saída do investidor/empreendedor. Não confunda estratégia de saída com modelo de negócio. Você pode até não ter uma estratégia de saída (talvez nem tenha pensando nisso), mas você não pode se dar ao luxo de não ter um modelo de negócio.

"Vamos criar uma empresa e depois vende-la" não é um modelo de negócio, é uma estratégia de saída.

"Web 2.0 is the air for the next bubble" – Paul Witherow
Isso não significa que já temos uma bolha. O ar é apenas um elemento da bolha. A "película" que o envolve é o dinheiro sendo investido quase que indiscriminadamente. Isso ainda não está acontecendo no Brasil, mas talvez já esteja acontecendo lá fora. Mas os elementos que podem se tornar uma bolha já estão surgindo. Tudo depende do que iremos fazer com esses elementos.


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3/28/2007

Os melhores blogs brasileiros em tecnologia e web

26 de março de 2007, 2:37

Uma lista dos dez blogs mais importantes em torno de web e tecnologia, preparada por quem também edita um blog importante. Você concorda com ela ou falta alguém?

Por:
Walmar Andrade
Fonte:
[webinsider]

Organizar de alguma maneira a vastidão de dados que inunda a internet não é tarefa fácil. Tanto isso é verdade que a todo momento estão sendo lançados filtros cada vez mais engenhosos para dar um pouco de ordem ao caos. Do
Google ao Digg, cada um lista à sua maneira o que há de melhor na web dentro de critérios específicos, sempre tentando privilegiar a inteligência coletiva e o fator humano sobre a automatização mecânica.

Algumas vezes, entretanto, a opinião pessoal ainda consegue organizações mais lógicas. Se formos escolher quais são os melhores blogs do Brasil, por exemplo, podemos usar o critério da quantidade de links, como faz o rankings do
Technorati. Isso leva à conclusão que o Interney.net é melhor do que o Blog do Noblat. Ora, isso faz tanto sentido quanto dizer que a Exame é melhor do que a Playboy. Ambas são revistas, contudo tratam de assuntos distintos.

Critérios
Para montar uma lista dos melhores blogs nacionais para o Webinsider, tivemos que adotar alguns critérios.

O primeiro é o escopo do blog. Se os leitores pedem ao Webinsider uma lista dos melhores blogs, há que se acreditar que eles desejam boas fontes relacionadas ao conteúdo deste site, ou seja, tecnologia focada em web.

O segundo critério é a quantidade. Quantos são os melhores blogs do Brasil em um universo de milhares? Cinco? Dez? Cem? Optamos pelo número dez, por ser um valor que parece funcionar bem para a mente humana, acostumada a numerações decimais.

A lista
Dito isso, vamos aos eleitos, em ordem alfabética.

BrPoint, de Bruno Alves
Bruno Alves é um dos chamados probloggers brasileiros e conhece bem programação. No BrPoint (um dos diversos blogs para os quais ele escreve), é possível encontrar praticamente todos os dias informações interessantes sobre tecnologia e desenvolvimento.

BrunoTorres.net, de Bruno Torres
Bruno Torres possui um conhecimento imenso sobre desenvolvimento web e compartilha praticamente tudo com seus mais de 3.300 assinantes no blog. Embora tenha passado um período no ostracismo, voltou recentemente a blogar e compartilhar seus conhecimentos com os leitores.

Dia a Dia, Bit a Bit, de Silvio Meira
Cientista-chefe do
C.e.s.a.r. e presidente do Conselho de Administração do Porto Digital, Silvio Meira bloga principalmente sobre inovações tecnológicas e empreendedorismo na área de tecnologia.

A freqüência de posts não é tão intensa, já que ele também é professor do Centro de Informática da UFPE, palestrante, visionário, batuqueiro de maracatu e mais uma dúzia de apostos. A qualidade das idéias, no entanto, compensa a baixa freqüência com larga vantagem.

DWD:3, de Luli Radfaher
O blog DWD:3 foi criado a fim de ser um local de troca de idéias entre Luli Radfaher e seus leitores para a elaboração do livro Design/web/design:3. Não se sabe exatamente em que pé anda a proposta, já que o lançamento do livro era previsto para o final de 2006. O ponto positivo é que o blog continua funcionando, com posts preciosíssimos sobre criatividade, design e inovação.

Para quem não conhece, Luli é Ph.D. em comunicação digital pela ECA-USP, onde também é professor. Passou por diversas agências e chegou a ser vice-presidente de conteúdo da Starmedia, em Nova Iorque. Se você acha que se trata de um engravatado executivo tradicional, deve urgentemente assistir a alguma palestra dele.

Interney.net, de Edney Souza
Edney Souza é o blogueiro que começou antes de todo mundo e hoje colhe os frutos de ter sido um visionário. Em 2001, enquanto todos achavam que blogs eram diários adolescentes, lá estava ele escrevendo sobre tecnologia e afins no Interney.net.

Hoje seu blog é um dos endereços mais conhecidos do Brasil, o que deu liberdade financeira ao autor para se dedicar somente ao que gosta: blogar sobre tecnologia, inventar adendos para a web e, mais recentemente, empresariar outros autores em um condomínio de blogs.

MarcoGomes.com, de Marco Gomes
Marco Gomes é um brasiliense de 20 anos que está nesta lista por ter incorporado com sucesso o estilo “do it yourself”, que muita gente fala mas não pratica, mesmo com todas as ferramentas à disposição.

Este jovem programador de interfaces passa algumas madrugadas em claro inventando aplicativos web como o
Wallpapr, Got Stress e, principalmente, o Boo-box. Tudo é devidamente relatado no blog, que assim se torna uma boa fonte de inspiração para quem quer empreender na web.

Revolução Etc, de Henrique Costa Pereira
Não é à toa que o Revolução Etc possui mais de 2,8 mil assinantes de feeds. O blog de Henrique Costa Pereira traz posts sobre desenvolvimento web com a visão de quem está com a mão na massa, tanto na hora do emprego quanto no momento do lazer. Com isso os leitores têm acesso a dicas e opiniões sobre desenvolvimento web, com destaque para web standards, microformatos e usabilidade.

Usabilidoido, de Frederick van Amstel
O Usabilidoido tornou-se em pouco tempo referência nacional em usabilidade. O início do blog foi bastante intenso, com o público acompanhando a evolução de seu autor, Frederick van Amstel, que devorava tudo o que saía sobre usabilidade para web.

Com o tempo o Usabilidoido diversificou mais os assuntos e agora está se redirecionando para o design de interação. Percebe-se também que os artigos estão mais profundos e até certo ponto acadêmicos, reflexo do mestrado que está sendo cursado pelo autor.

Versão txt, de Fabio Seixas
No Versão txt saímos um pouco da parte técnica do desenvolvimento web para falarmos principalmente sobre empreendedorismo, através das palavras de Fábio Seixas, empresário do
Camiseteria, uma startup de web 2.0 que aproveita a colaboração do público para criar estampas e vender camisas pela web.

Seixas, que se acostumou a compartilhar idéias e opiniões também em palestras, está freqüentemente postando sobre maneiras de aproveitar as possibilidades da web para fazer negócios.

Viu isso?, de Michel Lent Schwartzman
Michel Lent Schwartzman é proprietário de uma das maiores e melhores agências de comunicação interativa do Brasil, a
10 Minutos. Nem por isso ele deixa de estar presente onde a comunidade de desenvolvedores web está: no Flickr, no Orkut, no YouTube, nos podcasts, nas listas de discussão e, é claro, no seu próprio blog.

Ou seria o contrário? É por estar presente em todos essas lugares e acompanhar de perto o que há de mais recente em desenvolvimento web que o Michel é proprietário de uma das maiores e melhores agências de comunicação interativa do Brasil? Fica a dica para os empresários da área que lêem o Webinsider, mas ainda não lêem os blogs acima e nem se envolvem como poderiam com a comunidade web.
[Webinsider]

22 pessoas comentaram o artigo
"Os melhores blogs brasileiros em tecnologia e web"


pc Data: 26/03/2007 às 7:32 am
Atividade:
Cidade:

É incrível como esses blogs, textos e por aí vai são totalmente descartáveis de nossas vidas, não necessitamos deles, vivemos bem sem os mesmos. Aposto que a maioria vai morrer em pouco tempo. E porquê? O comprometimento é frágil. Se não houver lucro ou o mínimo pra valer o esforço, a energia se esvai. Pra que ficar escrevendo para pessosas que também não tem comprometimento? Que podem te abandonar a qualquer momento? Há um equívoco em toda esta história sobre blogs. Os leitores querem a palavra mágica, querem encontrar o que o outros lêem e não entendem e assim faturar alguma coisa. É gente demais escrevendo de tudo pra gente demais lendo de tudo. Não pode dar certo.

Sobre o que foi que escrevi mesmo?

Frederick van Amstel Data: 26/03/2007 às 9:35 am
Atividade: Pesquisador
Cidade: Curitiba
Obrigado pela menção, Walmar!Acrescentaria ainda o Roda & Avisa do René de Paula que, apesar de não ser um blog padrão é uma das minhas melhores referências no assunto:
http://www.usina.com/rodaeavisa/

Mark de Souza Costa Data: 26/03/2007 às 10:21 am
Atividade:
Cidade:

Acho que faltou o grande trabalho realizado por Maurício Samy (http://www.maujor.com/ e
http://www.maujor.com/blog/). Maurício Samy realiza um dos melhores e mais sérios trabalhos na internet brasileira através das suas contribuições na W3C e na tradução e criação de excelentes artigos e, ao contrário de muitos dos blogueiros postados aqui, ele nunca ficou preocupado em fazer auto-promoção e nem publicar coisas inúteis e com propósitos duvidosos.

Parabéns pelo grande trabalho Maurício!

H* Data: 26/03/2007 às 10:28 am
Atividade:
Cidade:
Esse Fábio Seixas não dá pra esquecer né..o cara deu uma chupada de com força no
http://www.threadless.com/.. se a empresa americana tivesse patenteado ia levar uma bolada!!

Diego Data: 26/03/2007 às 1:22 pm
Atividade: Webmaster
Cidade: Fortaleza
Concordo com o Mark, que faltou o blog do Maujor, site referência de CSS e também o site do Meio-Bit. Creio que esses deveriam ser os dois primeiros

Rodrigo França Data: 26/03/2007 às 1:46 pm
Atividade: Estudante de Ciências da Computação
Cidade: Campo Grande
Acho que faltou alguém na lista.
O TNow (www.tnow.com.br) é um dos sites que mais acesso hoje em dia. E é melhor do que muitos desses sites que você citou. Também senti falta do Digital Drops (www.digitaldrops.com.br), que eu também acesso sempre.
Você botou uns sites ruins na lista. Acho que foi para fazer o jabá!

Allan Data: 26/03/2007 às 5:04 pm
Atividade:
Cidade:
Na minha opinião, o blog
http://www.techbits.com.br/ deveria estar entre os primeiros. O conteúdo dele excelente

Caio Proiete Data: 26/03/2007 às 6:09 pm
Atividade: Arquiteto de Software
Cidade: Lisboa/Portugal
Ê maravilha! Um dia eu ainda entro nessa lista.
Em tempo, o FatorW é excelente. Continue com o ótimo trabalho.
Abraços,
Caio Proiete
http://www.pdaexpert.net/

14° James Clebio Data: 26/03/2007 às 9:31 pm
Atividade:
Cidade:
Lista bem duvidosa ou incompleta… cadê o fechaTag? o Tableless.com.br? o maujor?… eu hein… :s

15° Pedro Silvas Data: 26/03/2007 às 10:51 pm
Atividade:
Cidade:
Eu gosto das dicas do blog
http://neosite.ilogic.com.br/dicas/ que apesar de ser de uma empresa me tem sido útil.

17° Sandro Data: 27/03/2007 às 8:16 am
Atividade: Designer
Cidade: s.b.campo
Boa Pessoal!
Ah vocês se esqueceram do site do O VELHO… não tem lá um design, mas o conteúdo é ótimo!!!
Outro que você pode ler atraves de RSS
Ele é meio caquético, mas são excelentes as indicações e os seus textos tem um sarcasmo…só sendo de um velinho…
http://www.ovelho.com/

19° Leandro Marcel Data: 27/03/2007 às 9:01 am
Atividade:
Cidade:
Achei meio jaba, rasgação se seda, techguru.com.br ficou de fora alem de outros bons blogs, a maioria dos citados são tudo tampa da mesma panela.

21° Rafael Data: 27/03/2007 às 11:49 am
Atividade:
Cidade: São Paulo
Acho que faltou acrescentar um bem interessantes sobre tecnologia móvel e celulares
http://www.odontopalm.com.br/gsf/

22° Sidney Data: 27/03/2007 às 10:28 pm
Atividade: Programador
Cidade: São Paulo
Na minha opinião faltaram 3 blogs!
http://www.meiobit.com/
http://www.techbits.com.br/
http://www.garotasemfio.com.br/
Os 3 tem conteúdo excelente!
Sidney


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3/17/2007

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3/12/2007

Linkbaiting: truques (alguns feios) para atrair links

01 de março de 2007, 23:38

Há uma polêmica: algumas pessoas consideram muito errado. Outras encaram como uma prática normal e correta até certo ponto. O que você acha?

Por Gilberto Alves Jr.

Você já ouviu o termo linkbaiting? Se você é blogueiro, pode até não ter ouvido, mas certamente já fez. Linkbaiting é o nome dado a um conjunto de práticas de SEO para fazer com que muitos sites apontem um link para o seu. Seriam “iscas” para atrair links, como diz o nome em inglês.

No Brasil, quando queremos falar o que os gringos estão chamando de linkbaiting, dizemos “ah, isso é SEO”. Geralmente tem uma conotação pejorativa, de que o conteúdo não é informativo ou não é verdadeiro, que o único interesse da postagem é receber links, sendo infiel ou desleal com os leitores.

Há basicamente dois motivos para se fazer linkbaiting:

Um bom aumento de audiência

Meu artigo sobre a Cicarelli no Webinsider pode ser considerado um bom caso de linkbaiting, teve mais de 30 mil visitas em um único dia (com a ajuda de uma chamada no UOL). Fui oportunista: aproveitei o enorme buzz sobre o assunto para falar sobre tudo que estava relacionado com isso (a viralidade, a censura, etc).

Um bom linkbait faz o gráfico das estatísticas do seu site subir lá para o teto, os assinantes de RSS se multiplicarem, os cliques no Adsense aumentarem, etc, tudo isso de um dia para o outro.

Melhor posição nos sites de busca

Os melhores sites de busca têm um algoritmo que calcula o quão relevante um site é, de acordo com o número de links (de outros sites) que apontam para ele.

Quando um site recebe muitos links, ele aparece no topo das buscas - de acordo com a palavra chave relacionada a ele, claro. Isso faz com que, a longo prazo, a audiência aumente muito e sem os enormes custos que se teria para gerar a mesma audiência através de publicidade tradicional.

Como fazer linkbaiting

Com base no sites Problogger, Seobook, Performancing e algumas idéias minhas, preparei uma série de dicas para você conseguir links para seu site ou blog. Fique claro que eu não concordo com todas estas táticas, só estou enumerando para que possamos conhecê-las e conversar sobre elas. Além disso, a maioria destas coisas são senso-comum para quem lida com mídia, são aquilo que naturalmente chama o interesse das pessoas, portanto, não me venham dizer que não é novidade, porque não é mesmo.

1. Mexa com a comunidade
Crie coisas que envolvam a sua comunidade de leitores: faça concursos e prêmios como o Desencannes, algo que faça alguém famoso. Faça perguntas, enquetes, pesquisas de opinião sobre um assunto (quanto mais polêmico, mais links).

2. Seja o primeiro
Se você conseguir ser o primeiro a dar uma notícia bombástica, terá muitos links, porque todo mundo vai falar sobre o assunto, linkando para o seu site. Dois casos muito interessantes disso são o Million Dollar Homepage, e o One Red Paperclip.

O primeiro ganhou um milhão de dólares com uma página sem conteúdo, vendendo pixels. A polêmica questão de se ele conseguiria ou não gerou tanto tráfego na sua página que fez valer a pena para os anunciantes. Quem tentou repetir o feito, não teve o mesmo sucesso. A mesma coisa com o One Red Paperclip: um cara trocou um clipe de papel vermelho por uma caneta, e foi trocando, trocando, até chegar a uma casa no Canadá. O truque nesses dois casos foi ser o primeiro a ter a idéia.

3. Dê alguma coisa de presente
Você já viu algum site sobre Tai Chi? Eu já, visito sempre o Taijiquan.pro.br quando preciso baixar a tradução para português do Wordpress. Dar alguma coisa de presente, seja um plugin, o design de um theme bonito para Wordpress, um e-book, seja lá o que for, é uma ótima estratégia para receber links. Bons tutoriais entram neste pacote.

4. Listas, pesquisas e estatísticas
Bem, esta postagem é uma lista de como fazer linkbaiting. Na TV há muitos programas de listas - os dez melhores vídeos, as 50 mulheres mais “sexy”… Não sei porque, mas listas chamam muita atenção. Da mesma forma, novas pesquisas e estatísticas que provem algum fato também são muito interessantes e geram muitos links.

5. Criar ou pertencer a uma comunidade
Se você pertence a uma igreja, uma associação, enfim a uma comunidade qualquer, escrever especificamente para esta comunidade com certeza gerará muitos links, pois todos os outros sites ou blogs que pertencem a esta comunidade linkarão para o seu site.

Há também comunidades em torno de marcas e produtos (iPod é um ótimo exemplo), programas de TV (Big Brother, Lost)… Se você conseguir criar uma comunidade nova em torno do seu site ou blog, melhor ainda.

6. Revelações, confusões, ataques, choques…
É disso que vivem alguns programas de TV sensacionalistas e tablóides. Revelar um grande problema na cidade, uma grande falcatrua ou algo errado que alguém ou alguma empresa está fazendo fará com que muita gente fale sobre o assunto, linkando você. Confusões, polêmicas e ataques pessoais a alguém ou alguma marca também geram muitos links. Além disso, postagens chocantes também dão audiência. Cuidado aqui.

7. Curiosidades, humor, cool
Fale sobre algo realmente curioso e interessante dentro do seu nicho, algo que ninguém sabe. Piadas, sacadas humorísticas e até zombar de alguém também gera muitos links. Na mesma linha, encontrar coisas legais, que as pessoas vêm e dizem “oh!” também ajuda muito no linkbaiting. Você pode também falar sobre alguém importante, alguém que as pessoas procuram muito, como RBD ou a Britney Spears.

8. Fale do assunto mais comentado do momento
Há momentos em que toda a mídia praticamente pára para falar de um só assunto. Fale sobre este assunto também. Dê sua opinião, encontre novos fatos, faça perguntas aos leitores, faça uma enquete, enfim, aproveite que todos estão publicando, conversando e pensando sobre um assunto para aumentar os links para seu site.

9. Link outros sites e peça links para seus amigos
Aquilo que você dá, você recebe. Parece um clichê de auto-ajuda, mas funciona: se você apontar um link no seu site para outros sites relacionados ao assunto que você aborda, com certeza eles, no mínimo, perceberão que você existe. Com isso aumentam as chances de que eles assinem seu RSS feed. Acompanhando seu bom conteúdo, com certeza um dia eles linkarão para você de volta. Você também pode pedir para amigos seus linkarem ou fazerem entrevistas com você para gerar mais links.

10. Publique num grande site
Publicar matérias ou postagens em um site importante na sua área também deve gerar bastante atenção e links. Neste pacote entram sites de social bookmarking como o Digg e Delicious ou o brasileiros Rec6 e Linkk, e sites de social news como o Slashdot ou os brasileiros Overmundo e Outrolado.

Linkbaiting é certo?
Há uma certa polêmica sobre o assunto. Algumas pessoas simplesmente não admitem que se faça linkbaiting, dizendo que isso é errado. Outros, principalmente os probloggers (blogueiros que vivem dos seus blogs) veêm isso como uma prática normal e correta.

Bem, o próprio nome tem uma conotação de coisa errada. Um dos significados de bait, além de isca, é trapaça, armadilha.

De fato, dar uma informação falsa, ou agir de má fé contra o leitor para gerar mais links e melhorar sua audiência e posição em sites de busca me parece algo muito reprovável. Mas se o linkbait for algo como este artigo (que tem polêmica, linka para outros sites, é uma lista, é um tutorial, etc, mas é informativo) eu não vejo como algo errado.

Sua vez de participar
Então, aproveitando que você teve paciência para ler este artigo até aqui, faça um favor para o seu amigo: diga a sua opinião sobre linkbaiting, se é certo ou errado ou se você sabe algum modo de fazer isso que tenha me escapado. Pode ser aqui nos comentários, ou no seu blog ( linkando para este artigo, é claro. [Webinsider]

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matéria original: [Webinsider]


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2/08/2007

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Marcas: Siga o exemplo de Beckham, mas até quando ele conseguirá catalisar as atenções?

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Em Bend it like Beckham (Driblando o destino), filme britânico
de 2002, uma jovem jogadora de 18 anos explica a uma amiga
que “ninguém consegue chutar a bola com efeito
como Beckham” — uma referência à
incrível capacidade do jogador de futebol David Beckham
de marcar gols com chutes de efeito que fazem a bola girar
em seu percurso pelo ar.

Com o anúncio recente
de que Beckham havia assinado um contrato histórico
estimado em 250 milhões de dólares para jogar
pelo Los Angeles Galaxy durante cinco anos, o talento do jogador
para estratégias de “efeito” — que
driblam o jeito convencional de lidar com o mundo do futebol,
de fazer negócios e de conduzir sua vida pessoal —
aparece incrivelmente intacto. Beckham não só
é considerado um dos melhores jogadores de futebol
do mundo, como também uma marca global que conta com
o lucrativo endosso de marcas célebres como Adidas,
Gillette, Got Milk?, Pepsi, Snickers, Candy Bar e Motorola.
Seu casamento com a ex-Spice Girl Victoria “Posh”
Beckham, e sua amizade tão explorada pelos meios de
comunicação com celebridades do cinema como
Tom Cruise e Katie Holmes vêm tão-somente reforçar
a magia que o cerca.

Contudo, especialistas da Wharton
na área de esportes e marketing questionam se Beckham
conseguirá fazer jus a toda a enorme expectativa em
torno do negócio e de sua saída do Real Madrid,
da Espanha, para o Los Angeles Galaxy. Será que Beckham,
que segundo alguns analistas estaria vivendo o crepúsculo
de uma carreira brilhante, será capaz de usar sua fama
estelar não só para incrementar a receita do
time, mas também para melhorar a imagem da Primeira
Divisão do Futebol, ou Liga Principal de Futebol (MLS,
de Major League of Soccer)?

“É uma aposta
arriscada. Entretanto, sempre há riscos quando tanta
coisa depende de um único indivíduo, quanto
tudo gira em volta da marca de uma pessoa”, observa
Lisa Bolton, professora de Marketing da Wharton. “No
caso específico de Beckham, a questão é
saber se ele conseguirá dar conta de tudo isso. O time
não precisa lhe dar nenhum destaque especial em suas
campanhas publicitárias para despertar a atenção
do público em relação ao futebol. Além
disso, Beckham já aparece nas manchetes do noticiário
de entretenimento. É ótimo que o esporte seja
visto por esse ângulo, principalmente em Los Angeles.”


Kenneth L. Shropshire, professor de Estudos Jurídicos
e de Ética nos Negócios da Wharton e diretor
do Projeto de Negócios Esportivos da instituição,
observa que o contrato de Beckham é um dos mais altos
do segmento esportivo americano. Com o acordo, o astro será
catapultado para um patamar especial de superatletas como
Tiger Woods, estrela do golfe, cujos rendimentos chegariam
a 100 milhões de dólares anuais, e Michael Schumacher,
astro da Fórmula 1, com renda estimada em 60 milhões
de dólares anuais. O contrato de Beckham, de 50 milhões
de dólares ao ano, é uma combinação
de salário, royalties, comerciais e endossos que o
colocam à frente de lendas do basquete como Michael
Jordan e Shaquille O’Neal; de zagueiros do futebol americano
como Peyton Manning, Michael Vick e Matt Hasselbeck; de Alex
Rodriguez, jogador de beisebol, e de Lance Armstrong, sete
vezes ganhador do Tour de France.

Do ponto de vista
estritamente comercial, um possível motivo de preocupação,
de acordo com Shropshire, seria o fato de que a transação
ocorre no contexto de “um esporte que gera, provavelmente,
a menor receita entre todas as modalidades esportivas dos
EUA”. Shropshire acrescentou ainda que não estava
criticando a decisão da liga de contratar Beckham.
“Sei que há pessoas muito inteligentes à
frente da MLS. Tenho certeza de que se trata de um lance estratégico,
mas que — nas palavras do seu presidente — não
será nenhuma poção mágica capaz
de mudar o rumo das coisas e fazer do futebol um esporte tão
popular nos EUA quanto no resto do mundo. O contrato é
parte de uma estratégia evidente. Beckham é
talvez o nome mais conhecido do futebol no mundo todo. Mesmo
quem não sabe nada de futebol sabe quem ele é.”

Quinze minutos a mais de fama

Nessa
mistura de esporte e entretenimento, Beckham, que jogou pelo
Manchester United da Inglaterra até se transferir para
a Espanha, em julho de 2003, é um nome de brilho excepcional.
“Em parte, o que torna seu nome tão especial
é o fato de que ele é um dos poucos ícones
do esporte que conseguiu catalisar todos os elementos imprescindíveis
de um mundo fulgurante de fantasia e de glamour — é
um bom atleta, satisfaz os requisitos de beleza de Hollywood
e tem uma esposa bonita”, assinala Americus Reed II,
professor de Marketing da Wharton. “Ele construiu sua
marca no âmbito do esporte mais popular do mundo. Ao
transferir sua marca para os EUA, Beckham tem a oportunidade
de ampliar seus 15 minutos de fama. Foi uma decisão
inteligente, mas arriscada. O futebol não é
tão popular nos EUA quanto o futebol americano, o beisebol
ou o basquete.”

As grandes celebridades, acrescenta
Reed, “reinventam sua marca o tempo todo. Madonna é
um caso clássico da indústria da música.
Ela está sempre mudando a forma como trabalha a imagem,
seu modo de se vestir, sua música. É isso o
que Beckham vem fazendo na expectativa de deslocar sua imensa
popularidade em todo o mundo para um novo cenário”.

Segundo Reed, não há ninguém no
basquete ou no beisebol “que possa se comparar ao apelo
que Beckham tem mundialmente. Todo o mundo quer uma fatia
desse bolo. O apelo do atleta é imenso no mundo todo;
é uma loucura. Chega a lembrar os Beatles. Pessoas
que nem sequer tem a mínima curiosidade por futebol
de repente se interessam pelo assunto. No momento em que você
cruza essa fronteira e ganha massa crítica, a curiosidade
em relação ao personagem, do ponto de vista
da marca, ganha vida própria. Isso é extremamente
raro”.

Também é extremamente arriscado.
Muitos observadores referem-se a um tipo de economia a que
chamam de “estelar” e na qual Beckham se inclui,
já que foi convocado para incrementar a popularidade
e o sucesso de um time. Isso não é muito diferente
de uma empresa que contrata um CEO de primeira linha para
salvá-la da falência. Esse novo CEO, porém,
raramente fica incumbido de resgatar o futuro de toda uma
indústria. No caso de Beckham, sua missão —
que ele abraça abertamente — consiste não
somente em melhorar o perfil de um time, mas também
em levar o futebol a novos patamares em um país onde
ele não passa de um primo distante dos demais esportes.
Essa tática já foi tentada anteriormente, e
não funcionou. Uma estrela internacional do futebol
como Pelé não foi capaz de salvar o Cosmos,
de Nova York, nos anos 70; e as importações
de estrelas européias tentaram em vão salvar
a Liga Norte-Americana de Futebol, que se viu obrigada a entrar
com pedido de falência em 1984.

Na tentativa
de evitar esses erros bem conhecidos, a MLS, desde que foi
formada em 1996, tem controlado cuidadosamente suas despesas
e os salários dos jogadores das 13 ligas que a compõem
— pelo menos até agora. No ano passado, a liga
mudou as regras salariais então em vigor, de modo que
as equipes pudessem contratar um jogador cujo salário
poderia exceder o teto estabelecido. A decisão que
ficou conhecida como “regra de Beckham”. Em um
negócio que o Anschutz Entertainment Group (AEG), dono
dos direitos operacionais do Galaxy e de outros times da MLS,
descreveu como “o maior da história do mundo
dos esportes”, os 250 milhões a serem pagos a
Beckham no decorrer de cinco anos incluem um percentual das
vendas do uniforme da equipe e dos ingressos das partidas
— algo que Beckham sempre reivindicou sem sucesso na
Espanha.

A contratação do astro inglês
é apenas uma entre diversas decisões recentes
tomadas pela MLS com o objetivo de fortalecer a entidade em
seu 11º. ano de existência. Nos últimos
anos, a MLS acrescentou mais três times ao seu elenco,
seis novos donos de equipes e quatro estádios novos
para jogos de futebol. A Liga planeja incorporar mais duas
equipes aos seus quadros até 2010. Diferentemente da
era Pelé, em que os meios de comunicação
não se interessavam pelo esporte, a MLS assinou recentemente
acordos de transmissão de longo prazo com a ESPN, Univision
e Fox Soccer Channel para transmissão dos jogos da
Liga. Entretanto, talvez nada se compare à chegada
de Beckham, um jogador sem igual e que cativa tanto homens
quanto mulheres e jovens.

“David Beckham é
um ícone do esporte conhecido no mundo todo e que transcenderá
o próprios futebol nos EUA”, disse Don Garber,
presidente da MLS, no dia em que o contrato de Beckham foi
anunciado. “A decisão do atleta de prosseguir
com sua célebre carreira na Primeira Divisão
de Futebol dos EUA é prova de que os Estados Unidos
estão se tornando rapidamente uma nação
verdadeiramente ‘futebolística’, tendo
a MLS no âmago de suas atividades. A contratação
de David Beckham é mais um passo à frente para
a MLS e para o esporte.”

Aposta alta: um choque

A declaração
de Garber reforça aquilo que David J. Reibstein, professor
da Wharton, chama de aposta decisiva. “Eles apostaram
alto”, disse. “Quando você aposta alto,
e decide correr esse tipo de risco, consegue muita atenção.
O Galaxy decidiu apostar no nome mais aclamado do esporte.
Esse é o time perfeito para David Beckham. Ele é
tão parecido com Los Angeles, tão igual a Hollywood
— tanto ele quanto sua esposa. Beckham é uma
celebridade, o que é ótimo para o esporte. A
Associação de Futebol dos EUA vem tentando há
anos chamar a atenção das pessoas para o futebol
no intuito de torná-lo popular. Desde os tempos de
Pelé fala-se que o futebol estaria deslanchando no
país. Não deslanchou. Vieram então as
Olimpíadas. Durante uma semana não se falou
de outra coisa, depois acabou. Portanto, o caso Beckham é
uma aposta: se conseguirmos recrutar o jogador de maior destaque
e visibilidade do futebol, talvez, e torno a repetir, talvez,
consigamos catapultar o futebol para um patamar sem precedentes.
Se isso acontecer, seria um impulso e tanto para todos os
envolvidos nesse esporte.”

A elevada soma paga
por Beckham teve a intenção de “chocar”,
disse Reibstein. “Comparo o episódio à
contratação de Howard Stern, o mais destacado
personagem do rádio americano, pela rádio Sirius,
que acenou para o radialista com uma tonelada de dinheiro.
A rádio ganhou legitimidade da noite para o dia. Só
na Sirius você ouve Howard Stern. De igual modo, o L.A.
Galaxy tornou-se casa exclusiva de Beckham.”

Será
que valeu a pena? “Acho difícil dizer que sim”,
diz Reibstein. “Contudo, creio que a comoção
que se criará em torno do evento pode compensar o esforço
feito. Se será suficiente para cobrir as despesas feitas,
isso eu não sei.”

As vendas para os jogos
do L.A. Galaxy aumentaram desde que Beckham assinou com a
equipe, sem dúvida por causa da enorme cobertura dada
pela imprensa tanto ao jogador quanto à sua esposa.
Antes mesmo de a tinta do contrato secar, corriam rumores
de que Victoria “Posh Spice” Beckham teria assinado
um contrato milionário para a criação
de uma grife própria, enquanto seu marido estaria envolvido
em negociações com Hollywood.

Poucos
especialistas na área de marketing acreditam que o
elevado salário de Beckham suscite um certo mal-estar
entre outros jogadores de futebol — embora isso não
seja impossível. “Não sei se eles encaram
a situação como algo que possa vir a beneficiar
a todos. Creio que haverá disputas por salários”,
observa Patricia Williams, professora de Marketing da Wharton.
“Todavia, dificilmente um outro jogador, de qualquer
time que seja, terá ao menos parte do carisma que tem
a marca Beckham em nível mundial. Se isso trouxer mais
dinheiro para o futebol, a ponto de cobrir as despesas incorridas,
creio que todos os membros da Liga serão beneficiados


Marcar gols é importante?

Será que a estrela de Beckham brilhará menos
se ele não jogar bem nos EUA? Afinal de contas, ele
ficou de fora de boa parte da atual temporada do Real Madrid,
e o técnico o colocou na reserva depois que ele anunciou
sua decisão de se mudar para o Galaxy. Bolton e Reibstein,
da Wharton, dizem que o carisma de Beckham não depende
do número de gols que ele possa vir a marcar. “Isso
não é relevante”, diz Bolton, “o
que conta é o esporte como forma de entretenimento.
É claro que o público quer ver partidas bem
disputadas. Mas será que Beckham precisa sempre dar
show? Não.” Reibstein acrescenta: “A questão
não é essa. O importante é que haja meios
de trabalhar comercialmente o esporte.”

Michael
Sokolove, autor de livros de esporte e jornalista do segmento,
que publicou recentemente The ticket out:Darryl Strawberry
and the boys of Crenshaw, adverte que o americano que aprecia
esportes não deve ser subestimado. “Às
vezes, achamos que tudo se limita ao marketing”, diz
Sokolove. “Contudo, o fã de esportes nos EUA
— que, vez por outra, parece tão ingênuo
— valoriza muito a questão do desempenho. Ele
é inteligente o bastante para saber que Beckham é
um indivíduo fabuloso, que é uma marca mundial,
mas que chega aos EUA num momento em que sua carreira já
apresenta um certo desgaste. Ninguém jamais conseguiu
criar uma campanha de marketing bem-sucedida e promover com
êxito um esporte a não ser com bons resultados
em campo. Acho que há uma certa dúvida em relação
a isso na atual fase da carreira de Beckham. Não sei
o que pode acontecer.”

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1/31/2007

Fazendo a contagem regressiva para o Super Bowl

autor(a): Paula Rizzo www.bluebus.com.br

A expectativa é grande em torno do maior evento televisivo dos EUA, a transmissao da final do campeonato de futebol americano - o Super Bowl - que acontece no próximo domingo, dia 4. No ano passado foram 141 milhoes de americanos ligados na partida, dos quais 90,7 milhoes assistiram a toda a transmissao. Além da enorme audiência, há muitos anos o torneio virou a plataforma de lançamento das grandes campanhas publicitárias norte americanas, o que colabora para salgar o preço dos breaks comerciais e para gerar muita expectativa sobre o que será veiculado.
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30/01
Paula Rizzo http://www.bluebus.com.br/

Para este ano sao esperados mais de 60 anunciantes que desembolsarao em média US$ 2,6 milhoes por cada comercial de 30 segundos. Os mais aguardados sao os comerciais de Budweiser - a Anheuser-Busch comprou nada menos do que 5 minutos dos breaks, mas nao revela o que pretende veicular. Especula-se que comerciais para Bud, Bud Light e para a Bud TV (que tem estréia prevista para o dia seguinte, 2a feira). Também ganham destaque este ano as produçoes de comerciais criados pelo consumidor para Doritos, NFL e Chevrolet - leia notas do Blue Bus
aqui e aqui. E existem rumores de um possível comercial da Apple falando sobre a inclusao das músicas dos Beatles no catálogo do iTunes - BB publicou nota sobre isso aqui.
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30/01
Paula Rizzo http://www.bluebus.com.br/

Se você quer conferir estas e outras novidades que vao rolar nos intervalos do evento, siga a dica publicada no Blue Bus ontem
aqui e veja os comerciais acessando depois do jogo o iFilm, ou a AOL ou o Google.


Todas da Paula Rizzo no Blue Bus, escolha uma entre as opçoes disponiveis
aqui.

30/01
Paula Rizzo


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http://www.penidopublicidade.com/


1/30/2007

O diário de um blogueiro sem-carro - Parte 01

Felipe Matos (e-mail) é diretor de TI do Instituto Inovação, aceleradora de negócios em tecnologia.
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Se você leu o título desse artigo fora de contexto, deve estar curioso. Antes de contar essa história, vou me apresentar. Tenho 23 anos e trabalho com internet desde os 12. Nesse tempo, participei de vários grande projetos, inclusive do nascimento do próprio iMasters.
Alguns projetos estouraram, deram muito certo, outros micaram. Mas nunca subestimei o poder dessa mídia chamada World Wide Web.


Recentemente eu tenho acompanhado o mercado virtual e assisti a várias iniciativas, como a
The Million Dollar Home Page, do cara que vendeu 1 milhão de pixels em publicidade. Muitos tentaram copiar a idéia pelo mundo, e inclusive aqui no Brasil, mas sem muito sucesso.

Dia desses, eu estava meio puto por ter que pegar ônibus de madrugada para voltar para casa (longe de onde eu moro, táxi nem pensar). E a grana anda curta para comprar um carro. De repente veio o estalo: vou comprar meu carro usando a internet.

Era madrugada. Corri e registrei o
patrocinemeucarro.com. Tenho uma conta na DreamHost com domínios ilimitados, que estava mesmo subitilizada. Um pouco de Google Imagens e não foi difícil encontrar imagens de um carro em todos os ângulos possíveis. O único carro que satisfez essas condições foi o Fiat Idea e essa foi a única razão por ter sido ele o escolhido.

A idéia é simples: vender anúncios na lataria do meu
futuro carro, que serão adesivados nele assim que o dinheiro arrecadado for suficiente para comprá-lo.

Desenhei rapidamente o site e depois veio o trabalho mais chato. Dividir o espaço do carro em 519 quadradinhos de 23 x 29 pixels. Nada que uma chícara de café e música no talo não resolvessem. Tive também que trabalhar na parte de frente do carro. Afinal, os anúncios não ficariam bem visíveis em perspectiva e seria complicado plotá-los lá dessa forma. Com um pouco de paciência, desenhei a carroceria da frente e encaixei nos faróis.

Iria valer à pena. Com cada quadrinho a R$ 100,00, posso faturar quase R$ 52 mil. Dá um carrão!
Corta daqui, monta no
Dreamweaver dali. Alguns layers e textos depois, a estrutura básica estava pronta. Fiz tudo em HTML basicão mesmo. Usei SSI para inserir os pedaços fixos nas páginas internas (menus e layers) e só.

Precisaria de uma forma de cobrar por esses anúncios. O ideal seria gerar boletos bancários automaticamente. Lembrei que já tinha feito uma conta na F2B, empresa de geração de boletos e cobrança de comércio eletrônico. Baixei os manuais e implantei o
PHP que faz a comunicação com o servidor deles via XML. Ajustei o formulário de anúncio, coloquei um javascript para mostrar na tela os preços atualizados, conforme o usuário escolhesse onde anunciar. Escrevi os e-mails de confirmação que vão para mim e para o usuário quando este anuncia.

No dia seguinte, hora de parar e pensar no regulamento. E se eu não conseguisse comprar o carro, iria devolver o dinheiro? E se o dinheiro der para um carro menor e os anúncios não couberem? Coloquei meu lado “advogado” para funcionar e redigi as regras dos anúncios.

Os DNS já tinham propagado e meu FTP já estava funcionando. Subi tudo pro ar e mostrei a uns amigos. E qual não foi a minha surpresa ao saber que os dois queriam anunciar?!? Um deles, vocês conhecem bem. Sim, meus caros, é o iMasters.

O Márcio, do
Gastrô Online, me deu dicas preciosas. Melhorei o layout e vários pontos do site e ele ainda me ajudou a testar e acertar o formulário de patrocínios. Na empolgação tinha digitado um e-mail errado e até descobrir que o problema estava ali, perdi um tempinho debugando o código.
Melhorei o site, criando um
javascript que dá um “zoom” nas áreas patrocináveis do carro, de acordo com o movimento do cursor do mouse. Deu um trabalhão, mas o resultado ficou ótimo! Depois faço um artigo aqui pro iMasters dando o passo-a-passo.

Tudo arrumado, na segunda-feira coloquei as imagens dos dois primeiros anunciantes. Mandei alguns e-mails estratégicos para blogs e sites especializados em marketing de guerrilha. Saiu no
Blog de Guerrilha, que em troca, pediu um quadrinho no carro. Concedi, afinal o que são R$ 100 a menos em R$ 52 mil, para um pontapé inicial?

Parece que deu certo. No dia seguinte, um monte de blogs já estavam falando da iniciativa. Conversei com algumas agências, acertei alguns detalhes no regulamento, seguindo as dicas que algumas me deram. Todas se interessaram em saber mais do projeto. Bom sinal!

Hoje a divulgação continuou. Ainda tímida, afinal quis esperar ter os primeiros anunciantes para depois ir para a mídia, para dar mais credibilidade. Espalhei para os meus amigos do Orkut. Recebi um monte de e-mails sobre o projeto e li um post no blog do
Bruno Torres criticando-o. Fiquei meio triste, afinal gosto do trabalho do cara e leio o blog dele há um tempão. Encarei as críticas de frente, rebati com bom humor e ele até me respondeu se retratando. Foi gente fina. E disse que vai acompanhar e reconhecer publicamente que estava errado se a coisa deslanchar. Espero mesmo que sim!

Um dos e-mails que recebi foi de um amigo formado em comunicação se oferecendo para ser o meu relações públicas. Ótimo! Mais uma força na divulgação. No final do dia, uma conversa com outro amigo jornalista, que ficou de dar a notícia no Estado de Minas, principal jornal de BH. Tomara que saia mesmo!

No final do dia, para coroar todo o esfoço, chega um e-mail “Confirmação de pagamento: R$ 200,00!”. Sim, meus caros! Meu primeiro anúncio espontâneo! A divulgação de guerrilha estava atingindo os resultados. O CarrosBH resolveu participar. Compraram dois espaços para divulgar o site de classificados gratuitos para compra-e-venda de veículos. Tudo a ver, né?

Pois então, meus caros. A saga continua! E toda semana aqui no iMasters, um novo capítulo do diário de um blogueiro sem carro.

Se alguém aí tiver R$ 100,00 sobrando, vale anunciar declaração de amor ou mesmo o escudo do time do coração! Acessem lá: http://www.patrocinemeucarro.com/.

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1/29/2007

MARKETING PARA A GERAÇÃO “SEM LOGO”

Nirmalya Kumar*


Fonte: http://www.hsm.com.br/


Nos últimos dez anos, a televisão e outros
meios de comunicação de massa perderam eficácia
no esforço de falar aos consumidores mais jovens. Com
as técnicas tradicionais de publicidade perdendo gradualmente
sua capacidade de chegar aos públicos-alvo, as empresas,
então, começaram a se voltar para novas abordagens
a fim de criar demanda para produtos e serviços. Uma
dessas abordagens é o que se chama em inglês
de buzz marketing .


Por que a mídia tradicional se tornou menos eficaz
como forma de criar demanda para produtos e serviços?
Há três razões principais.


Primeiro, sua crescente fragmentação. Na medida
em que o número de canais de televisão, estações
de rádio e publicações em geral aumenta,
o público se divide em grupos menores. Isso faz com
que seja significativamente mais difícil e caro chegar
a um público de determinado tamanho hoje do que há
alguns anos.


Segundo, a concorrência de outras mídias cresceu
. Os jogos de computados e a internet afastaram os mais jovens
da televisão. Pesquisa realizada em 2002 nos Estados
Unidos mostrou que pessoas que moram em residências
com conexão à internet assistem, em média,
cinco horas menos televisão do que aquelas que residem
onde não há internet.


Terceiro, as pessoas ficam mais cínicas em relação
às marcas e às companhias multinacionais . O
livro Sem Logo (ed. Record), de Naomi Klein, continua vendendo
em grande quantidade dois anos depois de sua publicação.
Manifestantes que se reúnem em eventos de instituições
econômicas como a OMC (Organização Mundial
do Comércio) e o FMI (Fundo Monetário Internacional)
ganham cada vez mais apoio aos seus ataques contra a colaboração
entre governos e grandes empresas.


Além disso, outras ameaças estão surgindo.
É o caso das tecnologias de gravação
digital, com a TiVo, que permitem que um número ainda
pequeno, mas crescente, de telespectadores ignorem os anúncios
enquanto assistem televisão. Algumas pesquisas sugerem
que, em cinco anos, até metade das residências
norte-americanas poderão utilizar produtos semelhantes
para evitar os intervalos comerciais.


Ao mesmo tempo, embora a geração mais nova
evite a publicidade e suspeite da manipulação
das grandes empresas, ainda é altamente influenciada
por imagens e marcas. O marketing boca-a-boca ou marketing
de guerrilha surgiu como forma de as empresas se colocarem
“ao lado” dos consumidores na batalha pelas vendas.
Esse tipo de marketing envolve fazer com que formadores de
opinião em determinada comunidade, ou grupo, levem
adiante a mensagem da marca, gerando interesse e demanda por
ela sem publicidade ou promoções.


A mensagem da marca pode ser transmitida fisicamente –as
pessoas podem ser vistas com a marca, verbalmente –a
marca pode “aparecer” em uma conversa– ou
virtualmente (por meio da internet). Com a proliferação
do e-mail e dos telefones celulares, o boca-a-boca se espalha
mais rápido do que nunca (veja também Outras
campanhas baseadas no marketing boca-a-boca ).


Red Bull: a mestre do marketing boca-a-boca - A empresa criou
uma imagem para bebida que envolve tensão e até
um pouco de perigo. Quando Dietrich Mateschitz criou a bebida
em 1987 para o mercado austríaco, os bares inicialmente
se recusaram a tê-la em estoque, pois a viam mais como
um produto medicinal, de saúde. Mas logo os clubbers
perceberam a energia que ganhavam com a bebida e começaram
a levá-la para danceterias que não vendiam bebidas
alcoólicas. Também nos resorts de esqui da Áustria,
um drink preparado com Red Bull, suco de cranberry e vodka
virou moda.


A companhia manteve, então, rígido controle
sobre a distribuição para clubes e bares. Nas
oito áreas de venda nos Estados Unidos, representantes
da companhia detectaram locais da moda, freqüentados
por pessoas que ditam as tendências. Uma vez identificados
cinco desses locais, os representantes lhes oferecem refrigeradores
com a marca Red Bull e outros itens junto com o primeiro pedido.


Caso estabelecimentos mais convencionais solicitassem ter
Red Bull em seu estoque, a empresa negava o pedido, reforçando
a associação underground e a credibilidade nas
ruas. Para cultivar a ligação com os clubbers
, a Red Bull criou o Red Bull Music Academy, evento de duas
semanas, uma vez por ano, que reunia tanto DJs consagrados
como aspirantes.


Equipes de formação de consumidores ajudavam
a alimentar o boca-a-boca. Uma das primeiras ferramentas de
marketing utilizadas pela Red Bull foi contratar estudantes
de gerenciamento de marca nas universidades, dando a cada
um deles uma caixa da bebidas e estimulando-os a organizar
uma festa. Também foram contratadas pessoas da cada
localidade para dirigir carros com o logo da Red Bull e uma
enorme lada azul e cinza da bebida. Os carros levavam refrigeradores
com mais de 250 latas de Red Bull, que eram distribuídas
para “quem precisasse de energia” –trabalhadores
de plantão, motoristas de caminhão, estudantes
universitários, executivos, atletas e clubbers .


A Red Bull patrocinou vários eventos de esportes radicais,
entre eles snowboard , motocross , mountain-biking , paraglider
, skate e surfe. Ao se associar àqueles que determinam
as fronteiras desses esportes radicais, a Red Bull se tornou
uma “bebida radical”. Perigosos e nem sempre aceito
pelos esportes tradicionais, os círculos sociais relacionados
aos esportes radicais são ideais para o trabalho boca-a-boca.


Muitos argumentam que a Red Bull foi responsável pela
criação da categoria de bebidas energizantes.
Embora outras empresas tenham seguido a tendência –como
a Coca-Cola e a Pepsi– ela segue dominando o mercado,
com 65% de participação nos Estados Unidos.
E tudo isso com o mínimo de publicidade.


A Red Bull já começou a anunciar em televisão,
mas apenas tarde da noite e a empresa insiste que os comerciais
servem para reforçar a marca, mais do que para se estabelecer
em novos mercados.


O sucesso da Red Bull com o marketing boca-a-boca chamou
a atenção das grandes empresas. Os profissionais
de marketing mais tradicionais, entretanto, tendem a se sentir
desconfortáveis com a relativa falta de controle sobre
a mensagem e o público-alvo, característica
desse tipo de marketing.


Setor farmacêutico: bem-sucedido no buzz marketing
- Entre as grandes companhias estabelecidas, as do setor farmacêutico
talvez sejam as mais bem-sucedidas no marketing boca-a-boca,
divulgando seus produtos para médicos e pacientes.
Por exemplo, é prática comum das empresas lançar
um novo remédio selecionando médicos e cientistas
de reputação para realizar experiências
e promover tratamentos.


O setor de saúde é particularmente suscetível
ao trabalho de boca-a-boca, pois as pessoas confiam em médicos
e amigos para referências de tratamento e cada vez mais
se informam na internet.


A utilidade do marketing boca-a-boca - É útil
para ajudar a gerar demanda em muitos contextos, mas é
especialmente eficaz para produtos que geram conversas –ou,
em outras palavras, produtos com os quais os consumidores
se envolvem emocionalmente. Isso depende do tipo de produto
ou serviço oferecido, de seu mercado-alvo e da rede
de pessoas desse mercado.


Esse tipo de marketing pode ser a ferramenta perfeita para
criar uma campanha que corra fora dos meios tradicionais,
mas pode sair pela culatra se parecer maquinado, pois isso
afastaria exatamente o tipo de consumidor que se quer atrair.
Saber quão propensos a ouvir o boca-a-boca são
seus consumidores-alvo vai ajudá-lo a compreender quão
eficaz uma campanha baseada no buzz marketing pode ser para
produtos e serviços específicos. Depois é
só dar às pessoas algo do que falar.


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Kumar, Nirmalya

Professor de marketing e diretor do Centro de Marketing na
London Business School.


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1/17/2007

Cuidados ao registrar o domínio de seu cliente

15 de janeiro de 2007, 14:15

O registro de domínio oferecido junto à criação do website pode fazer parte de um pacote de serviços de webdesigners e produtoras. Mas são atividades distintas que implicam em responsabilidades que não se confundem. Veja como proceder.

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Por Monica W. Rodrigues
[Webinsider[
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Já comentamos aqui acerca do registro de domínio que costuma ser oferecido concomitantemente à criação do website (O que não deve faltar no contrato com o cliente). Nada impede que se queira oferecer um amplo pacote de serviços, especialmente se isso significa uma maior vinculação do cliente a sua empresa.

Contudo, não pode passar desapercebido, que são atividades distintas que implicam em responsabilidades próprias que não se confundem.

A aquisição de um domínio não está vinculada à criação de website, exceto pela função social que deve exercer o domínio, posto que não se presta exclusivamente à especulação, antes deve ter utilidade àquele que o requer.

A lei, no que diz respeito à inserção na web, ao contrário de alguns tipos de negócios jurídicos, não exige o cumprimento de nenhuma formalidade — como na aquisição de um imóvel, em que se deve proceder ao registro no cartório imobiliário competente, ou na constituição de empresa, em que se requer o arquivamento de seus atos constitutivos na Junta Comercial do Estado.

Se o endereço na web não está vinculado a nenhum subdomínio — como por exemplo www.wrodrigues.adv.br/subdomínio — a única formalidade a ser cumprida diz respeito ao registro de domínio; afinal não digitamos uma seqüência numérica (IP) em busca de um endereço na web, mas sim buscamos textualmente por aquilo que procuramos.

E é exatamente porque procuramos textualmente por aquilo que nos interessa que o registro de domínio requer alguma atenção.

Vejamos: por se tratar de palavra ou texto, é certo que não deve ser confundido com nenhum nome comercial ou, o que é pior, com marca registrada no INPI.

Por isso mesmo já deu para perceber que se você proceder ao registro de um domínio para seu cliente, deve assegurar-se de não colocá-lo em situação que o comprometa legalmente em relação ao mercado, causando confusão entre marcas ou nomes comerciais de outras empresas ou organizações.

Apenas a título de exemplo, sempre lembro de um caso em que dois sócios de duas empresas diferentes passaram meses trocando farpas por e-mail quando descobriram que possuíam registros de domínios muito parecidos, apenas com uma sílaba de diferença e que disputavam, por uma questão de fluxo na internet, um terceiro domínio que estava disponível, também muito parecido com seus domínios originais.

A princípio, ambos pensaram se tratar de má-fé, e de que a outra empresa havia adquirido o registro de domínio para cedê-lo por preço abusivo posteriormente.

Com o tempo, foram percebendo que estavam a debater-se por um erro que nunca seria sanado fora do Judiciário, e o que é pior, não sem mover ação contra o INPI, já que ambas as empresas haviam feito corretamente pedido de registro para a mesma marca junto ao órgão, que publicou um dos pedidos de marca com incorreção, gerando a confusão, já que a empresa que fez o requerimento por último não tinha em nenhuma de suas buscas qualquer resultado que a impedisse de obter tal marca.

O detalhe: as duas empresas teriam que demandar suas perdas no Rio de Janeiro, sede do INPI, sendo que suas sedes ficavam em outro estado.

Dentro das regras do bom senso, entenderam ambos os sócios que melhor seria encontrar um meio termo. Assim, a empresa mais nova no mercado e que por último requereu o registro de marca ganhou um ano e meio de prazo para adequar-se a um novo nome comercial, marca e domínio, sem sofrer nenhum tipo de constrangimento por parte da outra empresa, inclusive com direcionamento do fluxo de seus clientes na internet durante esse período.

Aí eu pergunto: se seu cliente tivesse perdido judicialmente tal domínio e marca, contra quem ele iria demandar, contra o INPI ou contra você?

Um roteiro para a sua segurança

Diante disso, certamente fica a pergunta: como proceder a esse registro com segurança?

Bem, aí vão algumas dicas:

Primeiro, procure fazer uma busca prévia dos demais domínios já registrados para o mesmo texto que seu cliente pretende, mesmo em outros níveis de domínios (.adv, .pro, .org, etc) no Brasil e no exterior (.com ou .net). Afinal, seu cliente tem o direito de saber com quem eventualmente dividirá o fluxo de usuários quando ocorrerem erros de digitação dos internautas.

Segundo, faça uma busca prévia de nomes comerciais na Junta Comercial do Estado e no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas, para saber se trata-se de algum nome comercial já existente no mercado.

Terceiro, proceda à busca junto ao INPI para saber se o texto ou palavra pretendida não se trata de nenhuma marca já registrada, visto que dispõe o § 1º do art.º 1º da Resolução nº.: 02/2005 do Comitê Gestor Internet que “constitui-se em obrigação e responsabilidade exclusivas do requerente a escolha adequada do nome do domínio a que ele se candidata. O requerente declarar-se-á ciente de que não poderá ser escolhido nome que desrespeite a legislação em vigor, que induza terceiros a erro, que viole direitos de terceiros, que represente conceitos predefinidos na rede Internet, que represente palavras de baixo calão ou abusivas, que simbolize siglas de Estados, Ministérios, dentre outras vedações”.

Assim, entende-se por desrespeito à legislação em vigor, dentre outras práticas, a violação à marca de terceiro, nos termos dos incisos IV e V do art.195 da Lei de Propriedade Industrial, o qual dispõe:
Art.195 - “Comete crime de concorrência desleal quem:(…)IV – usa expressão ou sinal de propaganda alheios, ou os imita, de modo a criar confusão entre os produtos ou estabelecimentos;V – usa, indevidamente, nome comercial, título de estabelecimento ou insígnia alheios (…)”

Ou seja, sendo a marca o sinal distintivo usado para distinguir produto ou serviço, o uso indevido de marca registrada constitui crime nos termos do artigo 195 da Lei de Propriedade Industrial, não parecendo razoável que se proceda ao registro desse mesmo nome como sendo de domínio.

Afinal, isso seria colocar seu cliente em situação de desvantagem ao invés de proporcionar a ele uma boa experiência em sua inserção na web.

De qualquer maneira, a questão da escolha e do registro do domínio deve ser amplamente discutida com o cliente visando delimitar e dividir eventuais responsabilidades pelo registro.

Por fim, a última dica é anexar todas as buscas efetuadas ao contrato com o cliente, junto com um termo de ciência quanto às diligências efetuadas. Isso, para salvaguardar sua empresa de desagradáveis surpresas, pois elas podem efetivamente ocorrer.

Fica aí o alerta e algumas dicas. Por isso, quando oferecer um pacotão, incluindo registro e criação, diferencie bem um do outro no contrato, anexe as diligências efetuadas e um termo de ciência de seu cliente. Tenho certeza de que ele se sentirá mais seguro de sua transparência e você também, não é?

Abraço e até a próxima edição. [Webinsider[

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